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Opinião Opinião

Ajoelhemo-nos

Leia a opinião de Eugênio Amorim

Por Eugenio Amorim
Publicado em: 02.01.2021 às 03:00 Última atualização: 02.01.2021 às 15:05

E enfim encerramos o ano de 2020 e entramos esperançosos em 2021. Há 12 meses estávamos vestindo roupas da cor tal, consultando a regência do ano novo, escrevendo listas, prometendo mudanças e esperando uma vida melhor. É a tradição! 2020 veio e com ele o maldito vírus que assolou a humanidade e ainda vai estar conosco em 2021.

Muita gente morreu, muita gente sofreu, muita gente enganou, muita gente mentiu. Tenho amigos que não cansam de repetir a desgraça que foi o ano de 2020 e comemoram com mais ênfase o seu final como se a partir de 1º de janeiro tudo mudasse. Bem, vou dizer obviedades. Estão prontos para elas?

O vírus letal é, sem dúvida, algo preocupante e que exige todos os cuidados e esforços das pessoas e das autoridades. Mas ele não é o único mal da humanidade e tampouco do nosso maltratado Brasil. Temos montanhas de cadáveres - assassinados e pseudo desaparecidos - que chegam a cerca de 100 mil vítimas anuais.

Temos problemas seríssimos dentro dos poderes constituídos. Tão sérios que me é vedado comentar, mesmo que uma tal Constituição Federal diga que temos o direito ao livre pensamento e à liberdade de expressão. Hoje no Brasil acontecem coisas que até Deus duvida.

Vamos mais além? A sociedade está desmoronando e ruindo como um velho prédio sem cuidados. Tudo o que devíamos conservar é atacado diariamente por hordas de bárbaros ideológicos. Querem destruir a família, já destruíram a educação, agridem a religião e ao próprio Criador de todas as formas possíveis, especialmente contra o Cristianismo. Querem matar fetos e libertar assassinos, pretendem liberar drogas, doutrinam diabolicamente nossas crianças, ensinando a elas tudo o que não presta.

Ah, eu não tenho dúvida, tudo isso é a ação de Satanás. E até neste ponto eles têm de entender a existência de Deus. Está tudo previsto. A doença talvez tenha vindo como um recado.

Independentemente das minhas convicções sobre a pouca inocência do vírus em sua origem, fato é que a humanidade está cada dia mais desumana. Não enxergamos mais o outro, a empatia foi-se por água abaixo. Tudo é individualismo e egoísmo. A humanidade tudo sabe e tudo pode. Deus parece descartável.

Eu vos digo, todavia: é hora de dobrar os joelhos e baixar a cabeça. É momento de reflexão sobre como passamos íntegros, física e espiritualmente, ou até podemos ter melhorado, no ano da pandemia. Este é o outro enfoque: demos graças a Deus!

 


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