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Opinião Opinião

Contra o racismo, contra todos preconceitos

Onda de protestos no Brasil pelo assassinato cruel em supermercado reacende a discussão sobre ódio e intolerância que assolam o mundo

Por Guilherme Schmidt
Publicado em: 22.11.2020 às 23:40 Última atualização: 22.11.2020 às 23:44

Após um fim de semana de pesadas discussões sobre racismo, preconceito, violência, é preciso que a sociedade busque de uma forma consciente e harmoniosa debater estas questões e a necessidade de buscar soluções. Não é mais possível que, em pleno século 21, estejamos ainda discutindo questões sobre direitos humanos e o respeito em relação a negros, mulheres, homossexuais, enfim, à diversidade social. Poderia se incluir ainda o descaso com idosos, crianças, as classes menos favorecidas, enfim, a lista é longa de segmentos da sociedade que sofrem com a discriminação, violência, descaso, desrespeito. Não estamos mais na Idade Média. É preciso evoluir, apesar das claras provas de retrocesso dadas nos últimos tempos com discursos que amenizam a violência contra segmentos da sociedade.

E a bandeira vermelha?

Sai hoje o resultado da análise dos recursos das regiões que ficaram preliminarmente na bandeira vermelha do mapa Covid RS. Pela regra da nota (acima de 1,5 é alto risco), as nossas regiões 7 e 8 não deveriam sair: ambas ficaram com média 1,79 nos indicadores. Mas, na semana passada, com nota igual e até acima, Porto Alegre e Caxias, respectivamente, conseguiram se alaranjar.

Expectativa escolar

A grande questão que envolve esta segunda bandeira vermelha consecutiva na nossa região é que, se não revertida, ela suspende aulas e atividades presenciais em todas as escolas de São Leopoldo, Novo Hamburgo, Campo Bom, Sapiranga, Canoas, Sapucaia, Esteio, Portão, Capela e cidades do litoral norte, entre outros municípios. Cinemas (em Novo Hamburgo e Canoas - já que em São Leopoldo sequer abriram até agora) também teriam que fechar.

A máscara voltou (na estátua)

A estátua do Visconde de São Leopoldo, na Praça do Imigrante, voltou a “usar” máscara, que havia sido colocada em maio (era uma preta, agora é branca) e sumido em agosto. O problema é que nas ruas muitas pessoas não estão nem aí para o exemplo.

Compras de fim de ano

Após um ano, que ainda segue anormal, o comércio busca apostar nas vendas de fim de ano. No próximo fim de semana tem Black Friday - aliás, tem gente que já antecipou a sexta-feira com a Black Week para toda a semana... O negócio é atrair o consumidor de todas as formas.  

Natal na vitrine

Neste último fim de semana, muitas lojas também abriram - até no domingo - para dar uma turbinada no Natal. Afinal, só falta um mês. Um fim de ano complicado na busca de amenizar os estragos de praticamente um ano inteiro.


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