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Notícias | Rio Grande do Sul Universidade

Próximo reitor da Ufrgs fala sobre a transição

Indicado ao cargo deu entrevista coletiva on-line

Publicado em: 18.09.2020 às 03:00 Última atualização: 18.09.2020 às 07:16

Carlos Bulhões Foto: Divulgação
Uma reitoria de portas abertas, com amplo espaço para o diálogo e aproximação com a sociedade, atuando por uma educação pública, gratuita e de qualidade. Foi assim que o próximo reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), professor Carlos André Bulhões, definiu o seu mandato para os próximos quatro anos. Em coletiva de imprensa virtual nesta quinta, Bulhões explicou que, após a nomeação, a primeira pessoa que procurou foi o reitor Rui Oppermann, como forma de respeito ao trabalho que vem sendo feito.

"Fizemos um esforço grande, ao longo do dia de ontem (quarta-feira), para conversar com o reitor. Ele nos passou a informação de que quem fará a transição será o chefe de gabinete, professor João Roberto Braga de Mello. Mesmo assim, seguimos à disposição, abertos para um diálogo franco e respeitoso com o reitor Oppermann, para uma transição gradual, tranquila e sem nenhuma quebra", disse. De acordo com Bulhões, a nova gestão terá um grande desafio no pós-pandemia, cujos efeitos já são sentidos pela sociedade. Para Bulhões, a Ufrgs tem de contribuir de forma mais efetiva para o enfrentamento dos grandes dilemas do Estado, propondo soluções através dos seus núcleos de conhecimento e de mais proximidade da sociedade. Outro ponto de atenção será o da promoção de uma "verdadeira inclusão pedagógica". Hoje, observou, há uma luta legítima pela inclusão na universidade, mas os índices de evasão e repetência são muito elevados. "No vestibular, vemos aquele olhar de esperança dos alunos, das famílias, de entrar na UFRGS - um sonho materializado na formatura. No momento em que temos taxas de 47% de evasão, essa esperança se quebra", enfatizou.

 

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