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Notícias | Região

A solução para a crise energética pode estar em pequenas usinas de painéis fotovoltaicos

Na coluna especial de Meio Ambiente desta semana, que tem o apoio institucional da Corsan, o tema de destaque é energia solar

Por Marcelo Kenne Vicente
Publicado em: 21.08.2021 às 11:40 Última atualização: 21.08.2021 às 11:42

Painéis fotovoltaicos podem ser instalados em propriedades de todos os tamanhos Foto: Inezio Machado/GES
Ano após ano, se fala em crise energética e perigo de apagão no Brasil. E mesmo que ocorram grandes investimentos, independentemente de quem esteja com a caneta na mão lá em Brasília, o problema também está relacionado à histórica escolha da fonte de energia. Somos reféns das grandes hidrelétricas que hoje representam 59,2% da geração do País, de acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Esse modelo, além de exigir valores estratosféricos para sua construção, dependem que as condições climáticas sejam favoráveis. Resumindo: se não tem chuva não há eletricidade. E é nesse contexto que energias alternativas entram em cena, como é o exemplo das usinas de energia fotovoltaica (solar), que podem ser instaladas em residências.

Popularização dos painéis
Embora represente apenas 1,9% de toda a energia elétrica do País, essa fonte vem se popularizando nos últimos anos. Segundo a Absolar, em 2017 a geração de energia fotovoltaica distribuída em residências, comércio, indústria, propriedades rurais e prédios públicos era de 192 MW. Hoje, chega a 6.310 MW. O Rio Grande do Sul ocupa o terceiro lugar no ranking dos Estados, representando 12,4% de toda a potência instalada de energia solar no Brasil.

É confiável
Ao contrário do que muitos pensam, esta fonte é confiável porque o consumidor pode enviar a energia gerada em seus painéis à rede concessionária, ganhando, assim, créditos para usá-la em dias de chuva e à noite.

Políticas de incentivo no Brasil
A utilização de energia solar para a geração de energia elétrica pode ganhar novo incentivo político. A Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira, 18, o projeto do marco legal da geração própria. A proposta vai para análise do Senado e depois, se tudo der certo, será transformada em lei. O texto mantém a isenção de encargos até 2045 para quem já possui painéis solares. Já para os novos consumidores, a cobrança de impostos ocorrerá somente a partir de 2023. E, em 2029, ficarão sujeitos às regras tarifárias estabelecidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

 

Conteúdo com apoio institucional da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan).

 

 

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