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Notícias | Região Negócios

Hotelaria prevê segundo semestre melhor que 2020

Presidente do Sindihotel e vice-presidente da Fecomércio RS avaliou impactos no setor

Por Juliana Nunes
Publicado em: 30.06.2021 às 03:00 Última atualização: 30.06.2021 às 08:39

Os impactos na hotelaria gaúcha e uma possível retomada, especialmente neste segundo semestre, foram temas abordados ontem no programa Ponto e Contraponto, da rádio ABC, apresentado por João Ávila e Cláudio Brito.

Entre os convidados, o presidente do Sindicato Intermunicipal de Hotelaria no Rio Grande do Sul (Sindhotel), vice-presidente da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado (Fecomércio RS) e proprietário da rede de hotéis Suárez, Manuel Suárez.

"Por conta da pandemia, o setor de turismo, hotelaria, gastronomia e eventos deve ter perdido em torno de 35% dos colaboradores com carteira assinada. Esta recuperação é difícil e demorada", avalia Suárez, que falou sobre os setores mais impactados.

"Somente a área de gastronomia deve ter perdido mais de 50% dos seus estabelecimentos, muitas são pequenas empresas familiares e dependem de aluguéis. Eventos mais ainda, foram afetados em 100% e a hotelaria cerca de 30% dos hotéis fecharam, os abertos ficaram entre 15% e 25% ocupação, o que é insuficiente para pagar o custo de operação", detalha.

 

Recuperação

A expectativa é de melhora, especialmente no turismo corporativo. "No mês de junho se viu uma recuperação considerável. A partir de julho, se tem uma movimentação econômica na região bastante intensa e vai até 15 de dezembro. Devemos ter cerca de 35% de ocupação, o que ajuda a não acumular mais dívidas e ir pagando as antigas", avalia Suárez.

Um exemplo para Brasil e América do Sul

A Região das Hortênsias foi lembrada pelo presidente do Sindhotel.

"Gramado e Canela levaram mais de 20 anos para criar uma infraestrutura. O turismo corporativo se abre hoje e amanhã já se está faturando. O turismo de lazer exige muito investimento, tempo, profissionalismo, dedicação. A Região das Hortênsias é exemplo para Brasil e América do Sul de como se faz turismo de lazer que seja rentável e de altíssima qualidade. Sem falar que o turismo corporativo é também forte na região", diz Manuel Suárez. Em Novo Hamburgo, Suárez ressaltou o potencial de Lomba Grande. "Poderia ter um parque, explorar experiências."

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