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Notícias | Região Transtorno

Região segue com apenas três agências do INSS realizando perícias médicas

Unidades de Montenegro, Novo Hamburgo e Sapiranga ainda estão sem o serviço

Publicado em: 28.09.2020 às 11:15 Última atualização: 28.09.2020 às 11:41

INSS de Novo Hamburgo segue sem os profissionais da perícia Foto: Matheus Beck/GES-Especial

Segue nesta segunda-feira (28) o impasse para o retorno das perícias médicas no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Na semana passada, os médicos peritos afirmaram que as unidades de Novo Hamburgo e Lajeado não estavam aptas para a retomada do serviço.

Na chamada Região Executiva de Novo Hamburgo, onde fazem parte 16 agências, só três estão com peritos trabalhando, são elas as de São Leopoldo, Taquara e Lajeado. A situação é a mesma da última sexta-feira. Na data, apenas a agência de Passo Fundo voltou a ter o atendimento. 

Conforme assessoria de imprensa do INSS, as unidades de Montenegro, Novo Hamburgo e Sapiranga estão prontas para atendimento, mas ainda não passaram por vistoria da Associação Nacional dos Peritos Médicos Federais (ANMP) e, por isso, ainda não recebem os segurados.

A assessoria ainda esclarece que as agências estão funcionando, porém sem o atendimento de perícia médica. 

Para atendimento presencial, é preciso realizar agendamento pelo telefone 135 ou pelo aplicativo Meu INSS na internet.

Decisão da Justiça

 

Ontem, a Associação Nacional dos Peritos Médicos Federais conseguiu derrubar, na Justiça, a decisão do Ministério da Economia, que tornava obrigatório o retorno das atividades presenciais dos médicos peritos nas agências do INSS. A decisão, em caráter liminar, é do juiz federal substituto da 8ª Vara Cível do Distrito Federal, Márcio de França Moreira, e tem validade em todo o território nacional. Na liminar, o magistrado entendeu que não há segurança sanitária para a retomada desse tipo de atendimento nas unidades do instituto.

Com isso, os serviços de perícias estão novamente suspensos. O argumento foi de que as novas regras sugeridas pelo governo federal comprometeriam a segurança dos trabalhadores. Na liminar, o magistrado entendeu que não há segurança sanitária para a retomada desse tipo de atendimento nas unidades do instituto. Já os serviços administrativos permanecem sendo prestados aos segurados. Procurado, por meio da assessoria de imprensa o INSS não se pronunciou sobre a decisão liminar concedida ontem.

 

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