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Notícias | Mundo PANDEMIA

Fiocruz alerta para aumento de casos de Covid-19 na Europa e na Ásia

Na última semana de outubro, a Europa e a Ásia Central foram responsáveis por 59% de todos os casos e 48% dos óbitos registrados no mundo inteiro

Por Estadão Conteúdo
Publicado em: 13.11.2021 às 14:00 Última atualização: 13.11.2021 às 14:01

O boletim Observatório Covid-19 emitido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na sexta-feira (12) chama a atenção para o quadro recente da pandemia na Europa e na Ásia Central, onde são registrados aumentos de casos e óbitos, mesmo em locais em que a maioria da população já está vacinada.

Diante deste cenário, o boletim lança o debate sobre a necessidade de manutenção das medidas de distanciamento físico e de proteção individual no Brasil e ressalta a desaceleração do ritmo de vacinação de primeira dose contra a Covid-19 no País.

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A nova edição destaca ainda o alerta do diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a Europa e Ásia, emitido no início de novembro, sobre o aumento do número de casos e óbitos por Covid-19 nesses continentes.

Limpeza na cidade com esterilização por profissionais especializados para barrar a pandemia do Coronavírus na Itália
Limpeza na cidade com esterilização por profissionais especializados para barrar a pandemia do Coronavírus na Itália Foto: GruppoVerita / Fotos Públicas
Segundo a OMS, países da Europa e da Ásia Central estão vivendo o risco de recrudescimento da Covid-19. Na última semana de outubro, a Europa e a Ásia Central foram responsáveis por 59% de todos os casos e 48% dos óbitos registrados no mundo inteiro.

Com quase 1,8 milhão de novos casos e 24 mil mortes relatadas, a Europa e a Ásia Central tiveram aumentos de 6% e 12%, respectivamente, sobre os dados da semana anterior. Segundo a OMS, se for mantida esta tendência, essas regiões poderão registrar mais meio milhão de óbitos por Covid-19 até 1º de fevereiro de 2022, e 43 países enfrentarão novamente o risco de colapso nas capacidades de resposta dos seus sistemas de saúde. Os casos graves da doença têm se concentrado entre grupos não vacinados, especialmente em países com baixa cobertura vacinal.

Segundo os pesquisadores do Observatório Covid-19 Fiocruz responsáveis pelo boletim, embora os dados recentes no Brasil indiquem a manutenção da tendência geral de queda dos indicadores monitorados desde o início da Covid-19, é importante destacar que a pandemia não acabou e que o risco de recrudescimento permanece com a proximidade da temporada de festas e de férias, com maior circulação e concentração de pessoas em diversos ambientes.

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