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Notícias | Mundo Vaticano

'Não têm salvação. Muita cachaça e pouca oração', brinca o papa sobre brasileiros

Após piada, pontífice garantiu a padre João Paulo, de Campina Grande (PB), que reza sempre pelos brasileiros

Por Estadão Conteúdo
Publicado em: 27.05.2021 às 07:07 Última atualização: 27.05.2021 às 07:08
Papa Francisco fez brincadeira com sacerdote brasileiro que estuda Teologia no Vaticano Foto: Divulgação
O primeiro encontro do padre João Paulo, de Campina Grande (PB), com o papa Francisco acabou de forma descontraída nesta quarta-feira, 26. O sacerdote brasileiro, que está no Vaticano estudando Teologia, fez um pedido especial para o pontífice. "Santo Padre, reze por nós, brasileiros". A resposta foi, no mínimo, inusitada. "Vocês não têm salvação. É muita cachaça e pouca oração", disse o papa, em tom de brincadeira.
O sacerdote paraibano conta que, desde sua chegada à Roma, desejava falar com o papa, mas ainda não havia conseguido. O que ele não esperava era tamanha informalidade. "Eu travei na hora, porque a gente sempre espera algo formal e curto. Mas aí o papa Francisco nos surpreende com a sua espontaneidade, com seu jeito de ser afetuoso. E aí o encontro tornou-se muito agradável, muito especial", comenta.
Padre João Paulo complementa dizendo que, para quem acredita na imagem de um papa rígido, Francisco tem surpreendido com seu carisma e humanidade. Após a brincadeira, o pontífice garantiu: "rezo sempre pelos brasileiros".
O encontro ocorreu após a Audiência Geral com o papa Francisco, no Vaticano, e foi registrado pelo padre Carlos Henrique, brasileiro de Divinópolis (MG).
De acordo com o padre Carlos Henrique, a resposta do papa levou os presentes à risada. "Rimos bastante, porque, de fato, não esperávamos. Foi uma resposta muito descontraída. Uma brincadeira de amigos, uma gozação mesmo", comentou o padre mineiro.
Ele conta que essa não foi a primeira piada do papa argentino com os brasileiros, que já teria comentado sobre a rivalidade futebolística entre as seleções nacionais. "O papa é muito descontraído. Na primeira vez que estive com ele, eu disse que era brasileiro e então ele brincou: Eu não tenho culpa disso, eu sou argentino e no futebol nós somos muito melhores do que vocês", lembra o padre Carlos Henrique.
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