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Notícias | Especial Coronavírus Novidade

Primeira parte dos kits para testar casos de coronavírus foram recebidos nesta quinta

Itens foram adquiridos pela Amvars; municípios realizarão as coletas e a Universidade Feevale fará as análises, que podem começar até segunda-feira

Por João Victor Torres
Última atualização: 26.03.2020 às 22:37

Orsi pede que análises comecem a partir de sábado, mas início deve ficar para a próxima semana Foto: Carlos Rissotto/GES-Especial
Uma primeira remessa, com 500 unidades, dos dois mil kits comprados pela Associação dos Municípios do Vale do Rio dos Sinos (Amvars), chegaram nesta quinta-feira (26). Inclusive, pelas próximas semanas, a entidade receberá semanalmente este mesmo volume até se completar o total da compra. Os materiais garantem a realização dos testes em pacientes com casos suspeitos de coronavírus na região, que geraram investimento de R$ 150 mil. A Universidade Feevale ficará responsável por realizar as análises, que devem começar, no máximo, até o início da próxima semana.

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Conforme diz o presidente da Amvars e prefeito de Campo Bom, Luciano Orsi (PDT), foi solicitado ao reitor Cléber Prodanov que, caso seja possível, os primeiros exames comecem ainda no fim de semana. “Pedimos que iniciassem até sábado. Apesar disso, entendemos que há testes a serem realizados ainda”, comenta. A expectativa é que até 50 testes sejam feitos a cada dia. "Esta é uma margem segura", pontua Orsi.

O prefeito de Campo Bom esclarece que as análises a serem realizadas pela Feevale são diferentes dos testes rápidos anunciados pelo Ministério da Saúde. O presidente da entidade que representa os municípios do Vale do Sinos ressalta que o procedimento aqui será o mesmo ao adotado pelo Laboratório Central do Estado (Lacen). “Se recolhe uma amostra da narina e a partir de um swab, que é uma espécie de cotonete, se faz uma raspagem leve na garganta”, explica. Além do swab, integra o kit um composto com cerca de seis reagentes.

Foi convocada para sexta-feira (27) reunião virtual com representantes das secretarias municipais de saúde da região. Estes profissionais devem ficar responsáveis por coletar os materiais. Após isso, serão remetidos para Campo Bom. A prefeitura cedeu profissionais para estabelecer um centro de triagem das amostras e, de lá, serão levadas para a universidade. “Estabelecemos este fluxo até para organizar melhor”, pontua Orsi.

Divisão obedecerá critério populacional

Os dois mil kits serão divididos entre os 12 municípios da região. Segundo Orsi, para que se obedeça um critério lógico e justo, o número de habitantes será determinante na destinação dos materiais. Novo Hamburgo e São Leopoldo, que são as cidades mais populosas, devem ficar com até 600 itens. Campo Bom, por exemplo, deverá ter cerca de 200.

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