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Notícias | Canoas Crime

Idoso é achado morto, com um tiro no peito em Canoas

Jorge Ferrari Brazeiro, 66 anos, foi encontrado, na noite deste domingo, baleado no banco traseiro de um carro aparentemente abandonado no bairro Niterói. Crime é um mistério

Por Leandro Domingos
Publicado em: 24.11.2020 às 08:27

Apuração teve início na manhã de ontem por agentes da Delegacia de Homicídios Foto: PAULO PIRES/GES
Há hipóteses, mas nenhuma certeza ainda sobre o que aconteceu com Jorge Ferrari Brazeiro. O idoso de 66 anos foi encontrado morto, na noite deste domingo, dentro de um Chevrolet Corsa, que estava parado - aparentemente abandonado, com as portas abertas - na Rua Cristóvão Colombo, no Niterói. Foram os próprios moradores do bairro que acionaram a Brigada Militar (BM). Eles acharam estranho o “Corsinha” que havia sido deixado na via pública. A BM chegou ao local e encontrou a vítima no banco de trás do veículo. Tinha no peito uma marca de perfuração à bala. Agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Canoas assumiram a investigação na manhã desta segunda-feira (23), após o chamado inicial conduzido por uma equipa volante do Departamento de Homicídios da Capital.

De acordo com o delegado Robertho Peternelli, a apuração inicial teve início sem qualquer conclusão a respeito do que aconteceu durante a noite de domingo. A Delegacia de Homicídios de Canoas parte trabalhando com a tese de que o idoso foi morto, no entanto não está descartada a possibilidade de um roubo seguido de morte (latrocínio). “Trabalhamos com a hipótese de homicídio, mas também pode ter sido um caso de roubo seguido de morte ou mesmo extorsão mediante sequestro, que terminou em homicídio”, argumenta. “Por enquanto, não é possível ter certeza de nada”, completa. A vítima tinha um único disparo bem no meio do peito. A polícia aguarda o trabalho dos peritos para determinar que tipo de arma foi usada.

O crime é complexo, na classificação do próprio responsável pela Homicídios de Canoas. Isso porque, tratando-se de uma vítima de Porto Alegre, serão necessárias muitas idas à Capital dos gaúchos até que o caso seja aprofundado. “Pode ser que ele apenas tenha sido deixado já sem vida naquele local”, reforça Peternelli. “São muitas linhas a serem seguidas e por enquanto nenhuma é clara o suficiente para que se aponte qualquer suspeita em cima do crime.”

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