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O que é música soul e por que Aretha Franklin foi sua rainha

Morte da cantora provocou luto no mundo do entretenimento, mas muita gente não sabe definir o ritmo.

AFP
Casas de espetáculos nos EUA homenagearam Aretha Franklin
Morreu a cantora Aretha Franklin, aos 76 anos. O noticiário está destacando que ela foi a Rainha da Soul Music, título inquestionável. Mas muita gente, na verdade, não sabe o que isso significa. E o estilo, justamente, tem tudo a ver com a figura da artista.

A música soul, com seu nome que significa "alma" em inglês, é uma evolução de um cântico tradicional das igrejas negras norte-americanas, o spiritual. Porém, enquanto o spiritual é sempre gospel, o soul é um estilo de música mais genérico. Musicalmente, ele pode ter ingredientes de jazz, blues e até rock, mas sua principal característica é compartilhada com o spiritual: o diálogo entre o cantor e o coro.

Tipicamente, o soul incorpora um coro, geralmente feminino. Mais do que o tradicional back vocal, ou seja, aquele corinho de fundo típico da música dos anos 50, o coro do soul tem uma espécie de diálogo com o vocalista. Isso vem da dinâmica de igreja do spiritual, onde um pastor dialogava com o coro. Essa dualidade de vozes entre o coro e o cantor cria uma característica importante do soul: quem canta precisa ter uma voz forte e dominante, capaz de "comandar" o coro.

Aretha Franklin incorporava tudo isso. Ela era a voz possante em músicas como Respect, e ao mesmo tempo reiterava publicamente sua postura de mulher forte. A cantora também marcou espaço como artista popular e negra em uma época em que os conflitos raciais nos EUA estavam irrompendo. E a trajetória musical de Aretha também passa pelo jazz e blues (lembra dela nos Blues Brothers?), confundindo-se com a própria definição de soul.

E daí que Megatubarão tem título de filme barato?

Filme com Jason Statham é coprodução norte-americana e oriental.

Divulgação
Imagem promocional de Megatubarão, com Jason Statham
Tem título que parece saído de algum daqueles filmes de vídeo ou do canal SyFy; tem Jason Statham, o canastrão carismático especializado em filmes de ação; e tem, cara, um tubarão pré-histórico de 25 metros. Você simplesmente não pode perder Megatubarão.
Na história, a equipe científica de um laboratório em alto-mar está se preparando para explorar uma zona desconhecida nas profundezas de uma fossa oceânica, quando um submarino de testes esbarra em uma criatura monstruosa, que coloca a vida de todo mundo em risco. Trata-se de um megalodon, ou megatubarão, uma espécie gigante que se acreditava extinta há 200 milhões de anos.

Para salvar o pessoal, acaba sendo chamado o único sujeito que sobreviveu a um ataque similar. Este cara, que tinha sido mergulhador de resgate de alto nível, ficou tão traumatizado com o acontecimento que largou tudo, virou alcoólatra e foi morar na praia. Também passou a vida sendo chamado de maluco por sustentar a história de que tinha sido atacado por um bicho gigante.

Este, claro, é o personagem de Jason Statham.

O mais importante é que Megatubarão é megadivertido. É o proverbial filmão, com ação às pampas, frases de efeito, heróis e heroínas durões e bom suspense. Embora você possa pensar que se trata de algum daqueles filminhos com efeitos baratos de CGI, não é o caso. Na verdade, está mais para superprodução.

A explicação é mercadológica. Megatubarão é representante de um fenômeno mais ou menos recente, a entrada das produtoras orientais no circuitão dos blockbusters. O filme em cartaz tem diretor norte-americano, o veterano Jon Turteltaub (de A Lenda do Tesouro Perdido), além de ter boa parte da equipe técnica vinda de Hollywood. Mas o elenco é internacionalizado, os produtores são chineses e a história é ambientada na China, Filipinas e Tailândia.

Megapipocão. Vá fundo. Sem trocadilho.


Oscar anuncia prêmio para filmes populares

Após redução na audiência, prêmio norte-americano instituiu categoria de blockbusters e vai limitar duração.

Divulgação
Premiação da Academia instituiu nova categoria e vai diminuir duração da cerimônia para tentar atrair público
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas norte-americana anunciou duas mudanças nesta quarta-feira (8) no Oscar, a grande premiação do cinema de Hollywood. Uma das modificações é que a duração da cerimônia, cuja próxima edição está marcada para 24 de fevereiro de 2019, vai ser abreviada. Isso acontece depois que a audiência baixou em 2018. A transmissão deste ano teve a menor audiência em tempos recentes.

A outra medida anunciada foi a criação de uma nova categoria, descrita como uma premiação a "filmes populares". Trata-se dos chamados blockbusters, as superproduções que levam multidões aos cinemas, como os filmes de super-heróis e as produções de terror ou comédias. Embora algumas destas produções já tenham sido premiadas ao longo dos anos, como a saga Senhor dos Anéis, a maior parte destes títulos costuma ser ignorada pela Academia, que escolhe filmes com critérios estéticos ou artísticos e tende a atribuir apenas prêmios técnicos a produções como Star Wars ou o recente IT.

O anúncio não detalhou como acontecerá a premiação da categoria Filme Popular, não só em termos de indicação, mas também escolha. Uma possibilidade é que se trate de uma categoria no molde das demais, com indicação pela Academia e posterior eleição pelos membros, dentro de um grupo de cinco ou dez indicados. Outros prêmios, como os festivais europeus, usam uma sistemática diferente e instituem o chamado Júri Popular, que pode incluir representantes da comunidade, críticos ou até votação do público. A Academia ainda deve divulgar qual será o critério.


Netflix vai perder filmes novos da Disney/Marvel

Estúdio pretende lançar serviço próprio de streaming, e convergir para lá lançamentos das divisões de animação, Fox e Marvel.

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Vingadores: continuação do sucesso deste ano, que estreia em 2019, também pode ficar de fora da Netflix caso a Disney concretize ameaça de manter novas produções apenas em seu serviço próprio de streaming
Usuários da Netflix podem encontrar um problema no futuro. A Disney, que está se preparando para lançar um serviço próprio de streaming on demand, deve tirar seus filmes futuros da plataforma. A informação foi dada por um executivo do estúdio do Mickey em entrevista ao jornal New York Times e ganhou repercussão mundial nesta terça (7).

A medida seria uma forma de concorrência agressiva com os serviços concorrentes de streaming, como a Netflix. A Disney atualmente controla vários estúdios e produtoras, que incluem a Pixar (de animações como Toy Story e A Vida é uma Festa), a Marvel, a Fox (das sagas X-Men e Homem-Aranha) e LucasFilm (da saga Star Wars).

Caso isso seja implementado de fato, filmes novos como o da Capitã Marvel, próximo lançamento da Marvel, não sairiam pela Netflix, mas estariam disponíveis apenas no serviço novo da Disney. Não houve anúncio ainda sobre o que acontecerá com os filmes que já estão no catálogo. Também não é certo que todas as animações ficarão de fora da Netflix.

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