Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Rua Domingos Martins, 400 - Centro - Canoas/RS - CEP: 92010-170
Fones: (51) 3462.7000 - Fax: (51) 3462.7007

PUBLICIDADE
Internet

YouTube proibirá vídeos que promovam racismo e discriminação

O anúncio da plataforma de vídeos do Google faz parte de uma série de ações do setor para filtrar conteúdos de ódio, ou violentos, que fizeram soar os alertas e pedidos por maior regulamentação
05/06/2019 21:16 05/06/2019 21:16

O YouTube anunciou nesta quarta-feira (5) que vai proibir vídeos que promovam, ou glorifiquem, o racismo e a discriminação, bem como aqueles que neguem eventos documentados, como o Holocausto, ou o massacre na escola de Sandy Hook. O anúncio da plataforma de vídeos do Google faz parte de uma série de ações do setor para filtrar conteúdos de ódio, ou violentos, que fizeram soar os alertas e pedidos por maior regulamentação.

"Hoje estamos dando um novo passo em nossa política contra o discurso de ódio, proibindo de forma específica os vídeos que aleguem que um grupo é superior para justificar a discriminação, segregação, ou exclusão baseada na idade, gênero, raça, casta, religião, ou orientação sexual", afirmou o YouTube em seu blog. A norma entra em vigor nesta quarta. "Levará tempo para que nossos sistemas se atualizem, por isso, a cobertura se ampliará gradualmente nos próximos meses", diz a empresa.

Ainda de acordo com o blog, as novas normas incluem, por exemplo, a proibição de "vídeos que promovam, ou glorifiquem, a ideologia nazista, que por natureza é discriminatória". Também indica que o YouTube vai retirar conteúdos que "neguem a existência de fatos violentos, cuja existência tenha sido provada, como o Holocausto, ou a matança na escola de Ensino Básico de Sandy Hook".

Em janeiro, o YouTube disse que deixaria de recomendar vídeos enganosos, como os que afirmam que a Terra é plana, promovam teorias falsas sobre os ataques do 11 de setembro de 2001 ou a matança de Sandy Hook em Connecticut. Mas não chegou a proibi-los.

O YouTube disse que buscaria maneiras de manter parte do conteúdo violento para colocá-lo à disposição dos investigadores. É provável que a última medida elimine muitos "canais" que a plataforma utiliza para sua monetização. "Os canais que não respeitam nossas políticas de ódio serão suspensos do programa YouTube Partner, o que significa que não podem publicar anúncios em seu canal ou usar outras funções de monetização".

No princípio deste ano, o Facebook anunciou que proibiria os elogios ou o apoio ao nacionalismo e supremacismo branco como parte de medidas severas contra o discurso de ódio. As medidas tomadas pelas redes sociais geraram críticas entre os ativistas de direita nos Estados Unidos, e o presidente Donald Trump afirmou que as plataformas on-line buscam suprimir as vozes conservadoras.

O YouTube não revelou os nomes de nenhum grupo ou canal que poderia ser proibido.

Diário de Canoas
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3553.2020 / 51 992026770
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS