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Segundo dia de julgamento

Caso Bernardo: emocionada, ex-vizinha pede para depor sem a presença dos réus

Juçara Petry era chamada de mãe pelo menino
12/03/2019 10:45 12/03/2019 10:57

Foto por: Divulgação/Twitter-TJRS
Descrição da foto: Juçara Petry, que chegou a ser vizinha de Leandro, recebia Bernardo em casa, onde o menino passava bastante tempo
O segundo dia do julgamento dos acusados da morte do menino Bernardo Uglione Boldrini, de 11 anos,  começou por volta das 9 horas desta terça-feira (12) em Três Passos. O júri dos quatro réus – o pai Leandro Boldrini, a madrasta, Graciele Ugulini, e os irmãos Edelvânia e Evandro Wirganovicz – começou ontem com os depoimentos das delegadas Caroline Machado e Cristiane Moura. 

Entre as testemunhas, depõe nesta manhã uma ex-vizinha da família, Juçara Petry, onde o menino passava bastante tempo. Após pedido, ela depõe sem a presença dos réus. De acordo com Juçara, ele sempre dizia: "eu odeio a minha casa". "Ele sempre dizia que eu era a mãe dele", lembra a testemunha, referindo que Bernardo insistia em morar na casa dela. Entre as lembranças, Juçara destaca que quando aparelho dentário de Bernardo estragou, machucando o menino, ela procurou o pai e a madrasta. Graciele teria dito, "Ah, esse guri só incomoda". O pai não atendia às chamadas. 

Relembre

O crime ocorreu em 4 de abril de 2014, quando o menino desapareceu, em Três Passos. O corpo da  criança, na época com 11 anos de idade, foi encontrado 10 dias depois, em uma cova vertical, à beira de um riacho em Frederico Westphalen.

Primeiro dia de julgamento

Os réus respondem pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e falsificação ideológica. O julgamento foi presidido pela Juíza de Direito Sucilene Engler, titular da Vara Judicial da Comarca de Três Passos, às 9h30, no Salão do Júri, seguindo até as 20h54.

Somente no primeiro dia, a transmissão do julgamento pelo site do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul teve cerca de 10 mil visualizações.

Durante os depoimentos das delegadas, Edelvânia Wirganovicz cobria o rosto com as mãos e chegou a chorar, já a madrasta Graciele Ugulini, o pai de Bernardo, Leandro Bondrini, além de Evandro Wirganovicz não esboçaram qualquer tipo de reação. A previsão de duração do julgamento é de sete dias.

A primeira a depor foi a delegada, Caroline Machado, por cerca de 4 horas. A segunda, Cristiane Moura, começou a depor por volta das 18 horas.

O processo do caso Bernardo, com 44 volumes tem 9 mil páginas.


Diário de Canoas
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