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Maus-tratos

Cão comunitário sobrevive a pauladas e tiro na cabeça em Nova Hartz

Sorriso ainda teve parte do pênis cortada; caso será investigado pela Polícia Civil
15/04/2019 11:00 15/04/2019 11:01

Foto por: Reprodução/Facebook
Descrição da foto: Sorriso após agressão
Um cão comunitário foi a mais recente vítima de maus-tratos a animais em Nova Hartz. O crime aconteceu no sábado (13), quando Sorriso, como é chamado pelos cuidadores, foi atacado a pauladas, teve a ponta do pênis cortada fora e, para ficar ainda mais monstruoso o ataque, levou um tiro na cabeça. Apesar da violência, o animalzinho sobreviveu e segue internado.

Uma defensora de animais, que não quer ter o nome divulgado, diz que recebeu a denúncia por volta das 16 horas. Ela diz ter receio de se identificar já que não sabe com que tipo de pessoa está lidando. "Se faz isso com um bicho, faz com gente".

Segundo a protetora que coordena o projeto "Amor não tem raça", no momento, a situação de Sorriso é estável. Ele teve traumatismo craniano e segue internado. Mais exames serão feitos amanhã, nas múltiplas lesões na cabeça "características de espancamento" e na lesão peniana, afirma.

A mulher diz que testemunhas relatam que o agressor foi um gerente de um mercado do bairro Vila Nova. Ela explica que a empresa rapidamente se prontificou em ajudar "porque não compactuam com esse tipo de ato cruel".

Por meio de contato telefônico, o proprietário do mercado explica que o funcionário foi afastado até que se comprove o que aconteceu e, também, pela própria segurança, já que sofreu ameaças e agressão após a repercussão do caso. "Foi fora do nosso estabelecimento e ele não estava em horário de trabalho. Não quero esta imagem", diz. "A gente sempre ajudou nas causas animais e vamos ajudar nos custos. Meu tio e minha mãe tem animais adotados". Ele também conta que já está em contato com advogados para saber como proceder em relação a quem está relacionando o estabelecimento ao crime.   

O boletim de ocorrência ainda não foi registrado, de acordo com a protetora, pois ainda não foi liberado o laudo do veterinário. O registro será feito assim que o documento for emitido. Diante da repercussão do caso, o delegado da Polícia Civil Fernando Pires Branco disse já saber do crime e afirma que o caso será investigado.


Diário de Canoas
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