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Viva a Música!

Conheça Vitor Kley, o músico gaúcho com alma hamburguense

Artista, que começou sua carreira em Novo Hamburgo fará primeiro show solo no Teatro Feevale
17/04/2019 03:00 17/04/2019 12:13

Foto por: Divulgação
Descrição da foto: Victor Kley
O Sol realmente iluminou a carreira de Vitor Kley, 24 anos, o cantor e compositor que é filho do ex-tenista Ivan Kley. O jovem talento nasceu em Porto Alegre, mas viveu sua infância em Novo Hamburgo até completar 13 anos, quando foi morar com a família em Balneário Camboriú, em Santa Catarina.

A carreira alçou voos. Agora sua base é São Paulo, e o Brasil já conhece as músicas do jovem músico apadrinhado pelo cantor de reggae e pop Armandinho. No final do mês, Vitor Kley volta para a cidade onde aprendeu a ler e escrever. Mais do que isso, a cidade onde teve suas aulas de violão com o professor Cleber e aprendeu lições essenciais para o som do seu instrumento sair pra lá de afinado e levar ao delírio seus fãs.



A Novo Hamburgo onde aprendeu a jogar tênis e a curtir futebol e a casa na Rua Joaquim Pedro Soares ainda estão em sua mente. No dia 27, ele irá fazer sua primeira apresentação solo no Teatro Feevale. O show é uma parceria da Opus com o Grupo Sinos e faz parte das comemorações de aniversário de 59 anos do Jornal NH, além de celebrar os 22 anos da Objetiva Condomínios, apresentadora do evento. “Estou feliz. A galera vai ver um cara emocionado, muito alegre. Vai ser especial, porque vou estar voltando para essa terra onde tudo começou e para levar as canções que estouraram aqui e fora do País”, declarou Vitor Kley ao Jornal NH.

 

*Colaboraram: João Ávila e Raquel Reckziegel

O começo

Segundo os pais de Vitor, Ivan e Janice, a música começou a fazer parte da vida de Vitor quando ele tinha de 9 para 10 anos. Na época, não era o sonho de sua vida. Ele apenas se divertia cantando. Aprendeu com a mãe a tocar violão. “O Vitor cantava comigo desde pequeno, quando eu preparava minhas aulas para a escola, e logo pediu para entrar em uma escola de música”, lembra Janice. E o interesse só aumentou depois que entrou para a escola de música Sol & Cia, em Novo Hamburgo.

“Ele teve um professor incrível, o Cleber, que percebeu essa sensibilidade nele e me disse, quando fomos embora para Santa Catarina: ‘Janice, não tira a música do Vitor. Ele é especial e canta com a alma’”, acrescenta. Em 2007, com 13 anos, Vitor foi morar com a família em Balneário Camboriú. Continuou jogando tênis por um tempo, mas, aos poucos, a música passou a ser seu foco principal, sua paixão, ocupando mais dias da semana com aulas de violão, guitarra, teclado e canto. Ele persistiu na trajetória musical e hoje colhe os frutos. Nesta edição, resgatamos um pouco do início dessa trajetória, a partir de suas lembranças e depoimentos de seus pais e professores.

Ivan, o pai coruja

Foto por: Tony Santos/Divulgação
Descrição da foto: Família unida no esporte e na música: Vitor com a mãe Janice, o pai Ivan e o irmão Bruno
O pai do cantor Vitor Kley é um velho conhecido de Novo Hamburgo. Passou sua infância em Hamburgo Velho. Na Sociedade Aliança, aprendeu a jogar tênis e foi, na década de 1980, um dos principais nomes do esporte no País. Casado com Janice, é pai também de Bruno. E quis o destino que nenhum dos dois seguisse os passos do “paredão”, como era conhecido, por seu jogo aguerrido de fundo de quadra, que dificultava a vida dos adversários.

Vitor nasceu e cresceu ouvindo falar de tênis. Teve raquete, bolinha, aulas, disputou torneios infantis. Conquistou títulos. Também jogou futebol na escolinha de Valdo Teixeira. “Ele tinha jeito para o tênis”, lembra Ivan. Mas na vida dele também tinha a música, gosto que herdou da mãe, Janice, que toca piano, gaita e violão. “Vimos que era dedicado e nesta época fomos embora para Balneário Camboriú.” Praia e surfe foram inspirando o garoto. Até que Vitor falou ao pai que não queria mais o esporte. Ivan diz que aceitou de boa. “Quando ele perguntou se não iria ficar chateado se falasse uma coisa, que iria parar com o tênis. Falou que era muito difícil, exigia muita dedicação. Respondi para ele que fizesse o que fosse gostar, mas com dedicação.” Ivan é um pai coruja. Vai a todos os shows que pode e estará, com Janice, em Novo Hamburgo. Vai esperar ansioso pela música Farol, feita para ele. “O Vitor me fez esta música num momento difícil para mim. Foi uma surpresa”, lembra o pai, hoje feliz pela carreira do filho. “Qualquer pai, vendo o filho fazer o que gosta, e dando certo, fica feliz. Antes eu era preocupado, pela noite, mas sempre falamos como agir e está dando certo.” Aliás, Ivan foi “roadie” no início da carreira de Vitor. Lembra que ajudou a carregar equipamentos para os bares onde fazia shows, distribuiu flyers pela cidade. “Chegou a tocar só para os amigos deles, cerca de dez pessoas. Mas disse que faria se tivesse apenas uma.”Numshow na Feevale, faltou luz e ele seguiu tocando violão e o público respondeu com as lanternas dos aparelhos celulares ligados. “Foi lindo”, lembra Ivan. O ex-tenista salienta a união familiar e o comprometimento do irmão Bruno, mais velho, que acompanhava Vitor nos shows para ele não ir sozinho. “Ele (oBruno) se sujeitou e agora trabalham juntos”, comemora.

Lembranças de Novo Hamburgo

Em entrevista ao Jornal NH, Vitor Kley destacou a admiração pelo ex-professor de violão e guitarra Cleber Viana, que o incentivou a seguir na música. conversando com Cleber, é possível perceber que a admiração é recíproca. Os dois se conheceram em uma escola de música de Novo Hamburgo quando Vitor tinha 10 anos. “Era um guri todo envergonhado, mas que tinha uma vontade muito grande de tocar violão e também compor músicas”, lembra o professor. “Isso me chamou a atenção, porque normalmente a gente ensina as crianças a tocar músicas de outras pessoas, e ele não, chegou determinado a tocar as músicas dele.” Cleber destaca a energia presente nas composições de Vitor, que, mesmo com a pouca idade, já demonstrava talento para o estrelato. “Ele tocava com alma e cantava com muita vontade. Eu pensava ‘esse cara tem algo de diferente’”, conta.

Hoje, cleber vive na cidade de Palhoça, em Santa catarina, mas a admiração pelo ex-aluno não diminuiu com a distância. Quando se deparou com o sucesso de hits como O Sol e Morena, a reação foi de felicidade sim, mas não de surpresa. “Eu fiquei muito emocionado e contente, porque sabia que essa história ia terminar assim. Aliás, na real, ela está começando, acredito que vai muito mais longe ainda”, conclui.


Complexo Esportivo Wallau

Desde pequeno, Vitor frequentou o Complexo Esportivo Wallau, de Novo Hamburgo, onde o pai, o tenista Ivan Kley, jogava e trabalhava. O irmão mais velho, bruno, também fazia aulas de tênis e futebol na academia. Até os seis anos, o garoto brincava com raquetes, bolinhas e bola de futebol nos espaços da Wallau. Começou a jogar tênis e competir com 8 anos. Por lá teve professores e incentivadores. O pai, por exemplo, sempre foi seu ídolo. Vitor chegou a ter em mente ser um grande tenista. As boas lembranças de um menino que adora praticar esportes são abordadas por Cláudio André Pereira, que foi o treinador de tênis de Vitor, dos seis aos 12 anos, tanto na quadra aberta quanto na fechada. Ele relata que, depois dos treinos, Vitor tocava violão na salinha. Pereira salienta que o esporte e a música andaram juntos na formação do garoto. O técnico vai estar presente no show em Novo Hamburgo. Será a segunda vez que Cláudio Pereira assistirá à apresentação de Vitor Kley. A primeira foi em Porto Alegre, no bar Opinião, no bairro Cidade baixa.

O que dizem as professoras

Foto por: Eduardo Cruz/GES-Especial
Descrição da foto: Professora Sandra Mores
A professora da unidade Oswaldo Cruz, da Instituição Evangélica Novo Hamburgo, Rosani Maria Lunkes Ramm, deu aula para Vitor em 2002, quando ele estava na 2ª série. Suas lembranças são de um aluno bem tímido, observador, carinhoso, solidário com os colegas, dedicado e com um caderno lindo. “A família era muito próxima e muito preocupada com aprendizagem”, sublinha a professora, que pretende ir ao show no dia 27, com sua família e alunos.

No Colégio Pio XII, onde Vitor estudou da 3ª à 6ª série, as lembranças são positivas. Sua professora de Ciências, na 6ª série, Sandra Mores, descreve um menino loirinho, de cabelo curtinho. “Oposto do que ele é agora”, conta a professora, que acrescenta que Vitor era um aluno bem falante. nos registros do desempenho escolar no Pio XII, Vitor demonstrava potencialidades em artes. “Ele foi em busca dos sonhos. Fico feliz e lisonjeada em ter dado aula e ele estar com essa potência de carreira. Espero que continue”, acrescenta Sandra.

Outras recordações

“O Teatro de Novo Hamburgo. Foi ali que eu me apresentei a primeira vez tocando uma música autoral. Lembro que foi Toda pra Mime, logo na primeira apresentação, eu estourei uma corda da minha guitarra... fiquei apavorado! Lembro como se fosse ontem.”

“A padaria da Maria do horto.Comi tanta nega-maluca ali que não tem como não lembrar dela hahahaha.”

“A última – e não menos importante – é o prédio em que vivi aí em Novo Hamburgo, ali na Rua Joaquim Pedro soares. Já joguei muita bola naquela quadra e já quebrei muitos dedos da minha mão naquela piscina. Novo Hamburgo me traz muitas coisas boas!”

Fique ligado!

O quê: Show com Vitor Kley Quando: sábado, 27 de abril, a partir 21 horas

Onde: Teatro Feevale (RS-239, 2.755 – Câmpus 2 da Universidade Feevale, Novo Hamburgo)

Duração: 1h20 Classificação: Livre. Menores de 14 anos somente poderão entrar acompanhados dos pais ou responsáveis. Crianças com até dois de idade que ficarem no colo dos pais não pagam.

Ingressos: a partir de 30 reais. Podem ser adquiridos pelo site da UHUU ou na bilheteria do Teatro Feevale (sem taxas).

Patrocínio Master: Objetiva Condomínios

Patrocínio: Carburgo

Meia entrada para estudantes

Os fãs já curtiram Ana e Vitória e a banda Melim no Teatro Feevale e agora chegou a vez da galera cantar e dançar com Vitor Kley. O artista salienta que vai apresentar todas as músicas de Adrenalizou, o seu novo disco. “Não dá para perder esse show. Ele é a prata da casa”, diz a gerente de relacionamento do Teatro Feevale, Patrícia Scossi, lembrando que estudantes com carteirinha e pessoas com até 15 anos pagam meia entrada. Ela lembra que os shows que faz, por exemplo em São Paulo e Rio de Janeiro, sempre lotam. “Queremos prestigiar o nosso artista, que é protagonista na mídia brasileira. Esperamos estar com casa também cheia, porque vai ser um show com encontro de amigos”, diz.

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