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Impressões ao dirigir

T-Cross: confira como anda o SUV da Volkswagen

Desempenho esportivo é destaque da versão topo de linha Highline, testada em Belo Horizonte
21/03/2019 10:00 21/03/2019 10:00

Belo Horizonte - Antes tarde... do que mais tarde. Demorou exatos 16 anos, mas agora a Volkswagen finalmente tem um SUV compacto para chamar de seu. Um dos lançamentos mais aguardados dos últimos tempos, o T-Cross chega às lojas no final de março com credenciais que podem levá-lo à liderança do segmento, repleto de concorrentes – a começar pelo Ford EcoSport, que popularizou o segmento a partir de 2003. Como é um carro novo, o interesse sobre seu desempenho, dirigibilidade e espaço interno é muito grande. Confira agora as primeiras impressões.


O test-drive ocorreu em Belo Horizonte, no último dia 13, durante o lançamento para a imprensa. Saindo do bairro Belvedere, uma belíssima estrada sinuosa leva à cidade de Brumadinho, tristemente conhecida em todo o País pela tragédia na barragem. O destino final é a Serra da Moeda, que se eleva a 1,5 mil m em relação ao nível do mar e que os mineiros ‘‘modestamente’’ chamam de Topo do Mundo – quando todos achavam que era o Monte Everest.

E para chegar ao Topo do Mundo, nada melhor do que a versão topo de linha Highline, a única disponível no evento, equipada com o 1.4 250 TSI Total Flex de 4 cilindros e 150 cv (a 5.000 rpm). O desempenho prometido pela montadora é comprovado já nas primeiras aceleradas.


O turbo e a injeção direta desenvolvem torque máximo de 25,5 kgfm, que chega bem cedo, a apenas 1.400 rpm. Resultado: basta pisar pouco para o carro ganhar velocidade rapidamente. Nesta versão, conforme medições da fábrica, são necessários apenas 8,7 s para sair da imobilidade e chegar aos 100 km/h, um pouco mais rápido que o Jetta, que usa o mesmo motor e necessita de 8,9 s para cumprir a prova. Já a velocidade máxima é de 198 km/h, menor que a do sedã (210 km/), e seu peso totaliza 1.292 kg (39 kg a menos que os 1.331 kg do Jetta). Quando é selecionado o modo Esportivo, é alterada a curva do acelerador e é preciso pisar ainda menos para sentir as reações.


Capricho nos detalhes

O painel de linhas horizontais é praticamente o mesmo do Polo e agrada não só pelo visual, mas pelos materiais de boa qualidade empregados na Highline. O capricho também é percebido nos encaixes precisos.

Conforto e pouca oscilação da carroceria

Dono de um projeto moderno, o T-Cross brasileiro é lançado simultaneamente com os mercados alemão e chinês. A Engenharia da Volkswagen fez a lição de casa também na hora de ajustar a suspensão, aprovada com nota 10. A consequência é uma calibragem firme, que não permite rolagem excessiva da carroceria, com boas doses de conforto. Correções de trajetória podem ser feitas com rapidez e segurança. Para isso, ajudam bastante o controle de estabilidade (ESC) e o XDS+ (bloqueio eletrônico do diferencial), que atua automaticamente nos freios das rodas internas às curvas nos dois eixos e permitindo uma transferência do torque do motor às rodas externas. ‘‘É como se houvesse uma força puxando o carro para dentro da curva, aumentando a segurança’’, explica o gerente de Engenharia da montadora, José Loureiro. A direção elétrica é bastante leve e precisa.

A posição elevada de dirigir, tão desejada pelos brasileiros, ajuda a visualizar a estrada e eventuais buracos. Graças à qualidade de manufatura e à modularidade da plataforma MQB, o T-Cross transmite uma grande solidez em pisos irregulares, aspecto valorizado por quem é apaixonado por carros.

Bom espaço interno

Com 4,19 m de comprimento, modelo tem 2,65 m de entre-eixos, que se traduzem em um ótimo espaço para as pernas de quem vai atrás. SUV tem 1,57 m de altura e 1,76 m de largura. No porta-malas, vão 420 l de bagagens (no EcoSport, são 356 l).

A receita da potência: turbo aliado à injeção direta

O 1.4 250 TSI está acoplado à transmissão automática tradicional de seis marchas com função Tiptronic, dona de ótimo escalonamento e que atua com suavidade. As médias de consumo são interessantes, segundo a montadora: 11 km/l na cidade e 13,2 km/l na estrada, ambas com gasolina. As demais versões vêm com o motor 1.0 200 TSI Total Flex de três cilindros. São 128 cv com etanol e 116 cv com gasolina, além de torque máximo de 20,4 kgfm (200 Nm). Para esse propulsor, existem duas opções de câmbio, ambas de seis marchas: manual (apenas na 200 TSI) ou a automática com função Tiptronic, que também conta com as aletas no volante (shift paddles). Nenhuma dessas configurações estava disponível para test-drive. Então, a grande expectativa é sobre o desempenho do 1.0 de 128 cv. No Polo esse powertrain funciona muito bem, mas é preciso ressaltar que o hatch é 145 kg mais leve que o SUV. Só resta aguardar...

Viagem a convite da Volkswagen

OS PREÇOS


200 TSI Manual: R$ 84,99 mil

200 TSI Automática: R$ 94,49 mil

Comfortline 200 TSI Automática: R$ 99,99 mil

Highline 250 TSI Automática: R$ 109,99 mil

Fonte: Volkswagen




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Diário de Canoas

Motores

por Adair Santos
abcmotores@gruposinos.com.br

Gasolina na veia - O tricampeão de Fórmula 1 Nelson Piquet sempre alardeava que nas suas veias não corria hemoglobina, e sim gasolina. Uma anomalia genética que atinge milhões de pessoas no mundo e, pelo jeito, não tem cura. Jornalista há 15 anos, Adair Santos é um desses anormais que literalmente respiram tudo que diz respeito a veículos. Editor do caderno Motores, que circula semanalmente às quartas-feiras no Jornal NH, Jornal VS e Diário de Canoas, é apaixonado por carros, motos e aviões - ou seja, tudo o que tem motor, exceto a maquininha de obturação do dentista. Motores invade a rede - Os carros recém-lançados, aqueles protótipos bizarros que talvez nunca cheguem às ruas, dicas úteis sobre veículos e testes exclusivos. Além da versão impressa, que circula semanalmente às quartas-feiras no Jornal NH, Jornal VS e Diário de Canoas, agora as notícias sobre veículos contam com este importantíssimo espaço virtual para serem divulgadas. Não deixe de participar mandando sugestões e, quem sabe, até um flagrante fotográfico de um veículo que ainda está em fase de testes e futuramente vai ser fabricado no Brasil. Eu e minha máquina - Se você tem orgulho da sua máquina, seja ela um carro antigo ou novo, motocicleta, um triciclo ou até bicicleta, envie sua foto. Junto, informe seu nome completo e idade, cidade onde reside, telefone para contato, marca, modelo, ano de fabricação do veículo e desde quando tem ele na garagem. Mas atenção: não vale mandar só a foto do carro ou moto, você também tem que aparecer na imagem. Então, mãos à obra: passe uma cera na lataria, um gel no cabelo e faça o registro fotográfico.

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