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BAH!rulho

Ziggy Ama Tom divulga primeiro single do seu novo EP

Por André Heck

Foto por: Divulgação
Descrição da foto: Banda Ziggy Ama Tom prepara lançamento do EP João Anda Mudado
O Bah!rulho acompanhou, em 2017, o lançamento do EP de estreia da banda Ziggy Ama Tom. Depois do primeiro trabalho homônimo, o grupo de Canoas está divulgando seu segundo EP. Foguete, primeiro single do novo trabalho, foi lançado nesta quinta-feira (11). Com a mudança de baixista, a banda agora conta com Júlio Leal (bateria), Vander Lubini (baixo), Cláudio Silva (guitarra) e Paulo Rodriguez (vocal). O novo registro, mais uma vez produzido pela própria banda e por Thomas Dreher, terá seis músicas e traz o nome de João Anda Mudado.

O som do grupo é uma mistura de punk com letras que remetam à poesia de Charles Bukowski e crítica social. Paulo Rodriguez explica o nome do EP. "É o título de uma das faixas, mas também tem um conceito. É um título que dialoga com a temática de outras músicas do disco. Então acreditamos que resume bem a ideia que queremos passar." O primeiro single dá uma ideia do trabalho que deve ser lançado no final de julho. O Bah!rulho conversou com os caras da Ziggy Ama Tom pra saber um pouco mais sobre o novo EP da banda. Dá play no Foguete ali embaixo e confere a entrevista. Se liga aí:

O que mudou no som da banda desde o lançamento do primeiro EP?
Sempre há mudanças quando o tempo passa. Podemos dizer que ficamos melhores sem parecer arrogância? Mas existem outros fatores também, como a troca de baixista. O Júlio, nosso baterista, participou mais da criação das músicas deste EP, já que no outro ele mais seguiu o que o baterista anterior tinha criado.Ee fazer um segundo EP exige de cada um mais cancha, já não somos insipientes. Há que se falar também sobre o Thomas Dreher. A impressão é que este EP exigiu também mais dele do que o primeiro. E isso aparece em forma de sons, ruídos e climas.

A mudança de baixista influenciou nessa mudança?
A gente acredita que sim. Outras pessoas, outras ideias, outras visões. Trocar o baixista acarretou uma série de coisas: o novo baixista já estava na banda como guitarrista. Então, quando o Vander se decidiu pelo baixo, o Cláudio acabou assumindo sozinho a guitarra, e isso, pra ele, foi um bom desafio, algo pra superar, já que neste EP as músicas vêm com uma pegada menos punk, são mais elaboradas. E como foi dito anteriormente, o Júlio deu mais a cara dele nesse EP que no outro, e o Júlio, como baterista, tem uma cara bonita. Agora, tem coisas neste EP novo que também tem a mão dos ex-integrantes, e isso é tranquilo.

O que inspirou vocês para as composições deste trabalho?
Mais ou menos as mesmas coisas que nos inspiraram no trabalho anterior. Isto é, este País, a raiva de ver que as coisas não mudam como poderiam. Estamos sempre atentos aos acontecimentos e isso vai formando o conteúdo das nossas músicas.

Como foi a repercussão do primeiro trabalho e o que a banda espera desse novo lançamento?
A gente precisa ser honesto. A repercussão do primeiro trabalho foi de acordo com o que éramos naquele momento. Éramos uma banda pequena, a fim de mostrar nossa arte, mas sem grandes expectativas. E assim aconteceu. Fomos vistos e ouvidos por poucos por aí. Nada pra se reclamar. Pra este próximo, a coisa deve ser só um pouco diferente, afinal somos menos desconhecidos. Enfim, a gente está aí pra mostrar nosso trabalho.

Influências diretas de alguma banda/artista para as novas músicas?
Tem. Mas acho que citar um ou outro seria criar expectativas ou influenciar, para o bem ou para o mal, quem está disposto a nos ouvir. Após a audição, cada um que ache que determinado som lembra esta ou aquela banda. A nossa maior influência ainda são as coisas que vivemos por aí. Daí vem o peso, daí vem o clima, daí vem o grito.

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