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Ulbra

União pede que justiça não autorize recuperação judicial

Pedido da Ulbra está em análise e quer a renegociação de dívidas financeiras, com fornecedores e trabalhadores
15/05/2019 10:36 15/05/2019 10:38

Após pedido de recuperação judicial da Ulbra, a União pediu à justiça que não autorize.
A Ulbra aguarda a decisão e preferiu não comentar a solicitação. “Nesta etapa do processo é natural que partes interessadas se manifestem, mas não comentamos as motivações dessas ações. Estamos concentrados em demonstrar para a Justiça e para os credores que a Recuperação Judicial é a melhor solução”, diz nota encaminhada pela Starboard Restructuring Partners, empresa contratada pela Associação Educacional Luterana do Brasil (Aelbra), para enfrentar endividamento da universidade.
Apesar do pedido da União, a recuperação judicial não considera dívidas tributárias. O montante a ser negociado é de R$ 2,4 bilhões, incluindo pendências financeiras, com fornecedores e trabalhadores.
O total da dívida da Ulbra chega a R$ 8,2 bilhões, sendo R$ 5,8 bilhões em dívidas tributárias. Se aprovada a recuperação judicial, a Aelbra terá que apresentar no prazo de 60 dias o plano de pagamento dos credores, como estipulado na legislação.

Entenda o caso

A Ulbra entrou com pedido de recuperação judicial há uma semana. Em crise desde 2002, a dívida da universidade compreende R$ 5,8 bilhões em pendências tributárias, R$ 2,1 bilhões em dívidas financeiras e com fornecedores, além de um passivo de R$ 315 milhões.
A Ulbra assegura que a medida não deve afetar a rotina acadêmica, nem interferir nas atividades das escolas de Educação Básica. “É uma decisão difícil, mas foi tomada ainda no momento certo. A reorganização das finanças da Ulbra é urgente e necessária, para que possamos cumprir o principal compromisso da Rede Ulbra, o de seguir garantindo a qualidade de ensino aos nossos mais de 40 mil alunos no Brasil”, ressaltava o presidente da Aelbra, Paulo Augusto Seifert.

Diário de Canoas
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