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Polícia

Contrabandistas sofrem golpe da Polícia Federal

Um suspeito de integrar a quadrilha é preso em Canoas
11/10/2018 11:19 11/10/2018 11:20


DIVULGAÇÃO/PRF
Carga contrabandeada de cigarros
Um suspeito foi preso em Canoas na manhã desta quarta-feira, em operação da Polícia Federal (PF) que desarticulou duas organizações criminosas. Cinco mandados de busca e apreensão (MBA) também foram cumpridos na cidade. A PF não detalha endereços para não atrapalhar futuras investigações.

Em Rio Grande, Sul do Estado (a 325 quilômetros de Canoas), dois suspeitos foram pegos em flagrante, no total de 17 capturas. As quadrilhas eram investigadas por comercializar irregularmente cigarros contrabandeados ou distribuídos sem pagamento de tributos.

MBAs foram cumpridos ainda em Cachoeirinha e Gravataí (um em cada município). Cerca de 250 policiais federais participaram da operação, que teve 16 mandados de prisão e 66 de busca e apreensão expedidos para Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A Operação Pancada iniciou-se em março deste quando a PF descobriu um depósito em Rio Grande com 600 mil maços de cigarros estrangeiros, avaliados em R$ 2 milhões. A investigação constatou a atuação de organizações criminosas que distribuíam, a partir da Zona Sul, cigarros contrabandeados do Paraguai e produzidos clandestinamente no Brasil, de marcas idênticas às paraguaias. O preço do produto falsificado era inferior ao do cigarro contrabandeado.

Prejuízos

A PF estima que as quadrilhas movimentassem mais de R$ 2,5 milhões por mês distribuindo meio milhão de maços de cigarro. A investigação teve apoio da Receita Federal e da Polícia Rodoviária Federal.

Os crimes cometidos, conforme o delegado da Polícia Federal de Rio Grande Gabriel Leite, eram de contrabando e organização criminosa. A Polícia Federal investiga a possibilidade de enquadrar suspeitos por sonegação de impostos (pela negociação sem nota fiscal e sem pagamento de tributos). Quase 70 veículos a serviço da organização criminosa tiveram indisponibilidade decretada, assim como 14 imóveis – “a medida é para causar impacto econômico e evitar que a quadrilha continue a se articular”, relatou o delegado.


Diário de Canoas
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