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Polícia Civil pedirá prisão preventiva do cunhado de mulher encontrada morta

Cunhado de Elaine, encontrada morta na quinta-feira, permanece desaparecido
14/09/2018 13:42 14/09/2018 13:48


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Titular da 1ª Delegacia da Polícia Civil em Cachoeirinha, o delegado Leonel Baldasso diz que pedirá à Justiça a prisão preventiva do professor de dança Evandro Ferreira, 42 anos, cunhado de Elaine Silva da Silva, 52 – encontrada morta num matagal à beira da RS-020, em Gravataí, na tarde de quinta-feira. Baldasso também deverá pedir a quebra de sigilo telefônico de Evandro, que permanece desaparecido desde terça-feira.

"Vou pedir, porque é a hipótese mais forte com que estamos trabalhando, e há indícios suficientes da participação dele na morte da Elaine. Estamos investigando, embora ainda não tenhamos a motivação do crime", disse o delegado.

Conforme a investigação, testemunhas disseram ter avistado Ferreira no matagal onde os policiais civis encontraram o corpo de Elaine. Segundo o atestado de óbito da vítima, ela foi morta por asfixia. A corroborar a hipótese com que os agentes da 1ª DP trabalham também há imagens de câmeras de segurança, que captaram o momento em que Evandro deixou a residência da família, onde morava com a irmã de Elaine, Janete, no andar de baixo da casa, e também o momento em que entra com o Fiat Siena num motel perto da Parada 63, em Gravataí. O carro vermelho foi encontrado onde perto do mesmo matagal em que o corpo de Elaine fora deixado.

"Depois que saíram de casa, temos registro da presença dele nesse motel, onde pagou a estada com cartão de crédito", revelou Baldasso. Segundo o delegado, ele disse a uma funcionária do estabelecimento que esperava por uma mulher que não havia aparecido. "Mas no motel não há indícios de violência", completou o titular da 1ª DP

RELEMBRE O CASO

Evandro e Elaine desapareceram na manhã do dia 11, terça-feira, quando deixaram a residência da família, no bairro Parque da Matriz. Fazia parte da rotina dos dois sair da casa pela manhã. Evandro levava Elaine até a revenda de automóveis onde ela trabalhava havia aproximadamente 20 anos. Dali, ele rumava para o Senac em Gravataí, onde estava fazendo um curso profissionalizante.
Imagens de câmeras registraram o Siena deixando o pátio da família, mas Elaine não é vista. Nesta quinta, policiais encontraram o corpo de Elaine no mato, no bairro Morungava, em Gravataí.


Diário de Canoas
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