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Estímulo à pesquisa

Feira reúne gurizada pra lá de criativa

Estudantes de 22 escolas participaram de feira científica e tecnológica
13/09/2018 10:53 13/09/2018 10:57


Andrei Fialho/Especial
Foram expostos trabalhos de cerca de 500 alunos
Crianças e adolescentes da rede municipal apresentaram para comunidade experiências produzidas em sala de aula. Na terceira edição da Feira Municipal Científica e Tecnológica de Canoas (III Femucitec) participaram 22 escolas municipais e aproximadamente 500 alunos. “A intenção é mostrar os métodos científicos, estimular o aprendizado levantado hipóteses”, analisa a diretora pedagógica do Município, Mônica Haupenthal. Com a metodologia, Mônica conclui que os estudantes desenvolvem mais o senso crítico. “Se tornam mais perspicazes, invés de apenas receber informação”, complementa a diretora pedagógica.

Participaram da edição alunos de seis a 15 anos, com projetos elaborados com diferentes temas, de livre escolha. Na tarde de quarta-feira, os estudantes foram avaliados por profissionais do Município, na Associação dos Servidores Municipais de Canoas (ASMC). A classificação dos melhores trabalhos de 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental levou em conta a desenvoltura oral, metodologia científica e livro de bolso, onde todos os passos da experiência foram registrados.

Aprendendo na prática

Os colegas de sétimo ano da escola Theodoro Bogen resolveram antecipar o conteúdo do oitavo ano e demonstrar como é o funcionamento do coração. “Encontramos muitas semelhanças com o funcionamento do coração humano”, diz João Vitor de Souza, de 12 anos, em relação ao coração de um porco, utilizado na mostra. Para Erich Vargas, de 12 anos, o trabalho, que também abordou hábitos saudáveis para o órgão, trouxe uma forma diferente de aprendizado. “É melhor aprender assim, antes não sabia nada sobre o assunto”, comenta o estudante.

Alternativas

Alternativas para filtragem da água foram testadas pelos estudantes Luís Eduardo Ribeiro e Vinícius Soares, ambos de 12 anos. “Fizemos um filtro de taquara, usamos algodão, carvão ativado, areia e pedras finas e grossas”, detalha Vinícius, enquanto o Luís Eduardo complementa que o recurso pode ser usado na água barrenta de rios como o Gravataí.

Pesquisa

A teoria do fototropismo foi a escolhida por estudantes da escola General Osório. Três colegas plantaram sementes de feijão e observaram o crescimento em caixas com diferentes filtros de luz. “Notamos que na luz vermelha cresceu mais”, comenta Fabiana Ferreira, de 12 anos. O motivo eles ainda não sabem, mas os colegas Guilherme da Luz e João Vitor Leite, de 12 anos, garantem que vão pesquisar.


Diário de Canoas
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