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Teatro do Sesc

A revolução feminina contra a imobilidade

"Às vezes eu Kahlo" incorpora dança contemporânea à superação do corpo
13/09/2018 11:13 13/09/2018 11:14


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A revolução da mexicana Frida Kahlo atravessou o feminismo, a pintura e a superação dos limites do corpo. Poliomielite, acidente de bonde foram episódios da vida que feriram a dimensão mais direta com a realidade, mas abriram as portas da percepção. É pelo viés do movimento que a GEDA Cia. de Dança Contemporânea aborda a trajetória de Frida, sábado (15/9), às 20 horas, no Teatro do Sesc Canoas (Avenida Guilherme Schell, 5340, Centro). Para o público em geral, o investimento é de R$ 22,00. Comerciários pagam R$ 10,00 com carteirinha. A artistas, idosos, estudantes, professores e doadores de sangue pagam apenas R$ 11,00. As vendas ocorrem também online (confira "serviços").

É uma estreia nacional. No palco, solo, a bailarina Graziela Silveira, conhecida do público da cidade pelas aulas de dança flamenca na Antiga Estação Férrea e no La Tablada. A concepção, coreografia e direção Geral é de Maria Waleska Van Helden. “A questão da imobilidade física para Frida gerou uma mobilidade artística”, destaca Graziela. “Presa na cama começou a pintar, a vida dela entrou em efervescência, queria fazer muitas coisas.” Em cena, elementos como cadeira de rodas e muletas. “Em vez do estático, esses elementos geram a dança, o processo”, explica. Composta pelo músico Vitório Azevedo, a trilha inspirou-se na atmosfera das cenas. “Vitório foi sentindo o clima e a identidade, propondo novas atmosferas, É contemporânea, sem uma referência mais direta à música mexicana.”


ENTREVISTA – Graziela Silveira, bailarina (tem como fazer um box colorido?)

Qual das faces de Frida Kahlo é apresentada no espetáculo?

É um outro olhar sobre Frida. O público em geral tem ideias pré-concebidas, aquela das flores na cabeça, dos vestidos. A gente aborda a artista comunista, o símbolo do feminismo. Ela foi uma revolucionária. O enfoque, porém, é o ser humano Frida, a mulher cuja condição física fez com que transcendesse, gerasse transformações, vida. É isso o que a dança contemporânea faz, a dança-teatro Pina Bausch. Propõe reflexão. Começamos o processo artístico em julho de 2017. Estreamos agora em Canoas depois fazemos outra apresentação no Theatro São Pedro em 25 de setembro, que marcará os 35 anos da GEDA Cia. de Dança.

A dança ainda é um desafio de público?

O espectador não tem tanto o hábito de assistir à dança contemporânea. É um gênero em que o bailarino não entrega uma dança num formato previsível. Propõe uma reflexão sobre os movimentos, traz um discurso, trabalha imagens. Em relação ao teatro, por exemplo, a dança sempre recebeu menos recursos, menos divulgação. Os editais na Capital são muito mais voltados ao teatro e à música. Este espetáculo sobre a Frida, não tem financiamento. Todo ele surge a partir de nosso caixa. A dança é uma arte viva em Canoas. Desde criança, dancei na passarela, no Centro, na escola e até na rua. Há grupos de muito tempo como o Ballet Erenita, o Art&Dança, o bailarino Kristian Galvão faz um evento internacional de dança do ventre, existem festivais. Aqui temos muitos praticantes. Nosso colegiado é ativo, os grupos estão reunidos e conversando sobre uma agenda conjunta. Existe a semana da Dança. Nosso espetáculo de sábado tem valor acessível. O público de Canoas estava acostumado a sair da cidade para ver algo. Temos visto mudanças desde a chegada do Sesc.

SERVIÇO:
O quê: “Às vezes eu Kahlo”, GEDA Cia de Dança Contemporânea, com Graziela Silveira
Quando: 15 de setembro de 2018, sábado, às 20hOnde: Teatro Sesc Canoas (Avenida Guilherme Schell, 5340, Centro)
Quanto: R$ 10,00 (Cartão Sesc/Senac na categoria Comércio e Serviços); R$ 11,00 (para a classe artística, estudantes, professores, pessoas acima de 60 anos e doadores de sangue); R$ 15,00 (Cartão Sesc/Senac na categoria Empresários) e R$ 22,00 (público em geral).
* Para adquirir online basta clicar o nome do espetáculo em www.eventbrite.com.br. Vendas presenciais ocorrem no próprio Sesc.


Diário de Canoas
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