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Notícias | Região Projeto

Mentes brilhantes trabalhando pela ciência

Salão Científico do Maria Auxiliadora chegou a 9ª edição

Última atualização: 26.08.2018 às 20:20


Leandro Domingos/GES-ESPECIAL
Mestres e aprendizes: Matheus Dullius, Erli Costa, o jovem Gabriel Galão e Sueli Matos
Da pesquisa de espécies de plantas ameaçada de extinção a análise de uma rocha que veio do espaço, teve de tudo na 9ª edição do Salão Científico do Colégio Maria Auxiliadora. O já tradicional projeto reuniu talentos de todas as idades durante a sexta-feira e o sábado. Foram centenas de trabalhos colocados à disposição do público. O Gabriel Galão era um dos destaques entre e as mentes brilhantes que participaram. Aos 16 anos, o estudante do 2º ano do Ensino Médio projetou ele mesmo as peças que transformaram uma cadeira de rodas convencional em um modelo que facilita a vida do cadeirante. “Ele é autodidata”, elogiou o professor Matheus Dullius, do Senai, que contribuiu com o maquinário para garantir a confecção das peças. “Fez todos os desenhos no AutoCAD sem ajuda.” “Não fiz curso técnico. Aprendi sozinho mesmo”, confessa o estudante. “Tenho o maior prazer em fazer este tipo de coisa.”

Empenho em executar projetos mereceu elogios

O Salão Científico é feito pelo Maria Auxiliadora em parceria com o Senai, Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) e Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs). Coordenadora de projetos da Uergs, Erli Costa ficou impressionada com o empenho dos estudantes em executar os projetos. “Eles se empenharam muito. Teve dois alunos do 2o ano que fizeram um estudo sobre Fractais, algo que eu só fui ouvir falar quando fiz doutorado”, elogiou.

E entre a turminha que se puxou no trabalho, o estudante Cauã Quintão também ganhou destaque. O adolescente de 14 anos levou ao colégio seu Drift Trike, uma espécie de triciclo motorizado que criou baseado em estudos que fez de um programa de esportes radicais. “Dá para fazer um monte de manobras legais com ele”, diz. Orgulhoso, o pai dele, o engenheiro Márcio Quintão, disse ter dado uma “forcinha.” “Ele gosta de criar coisas”, conta. “Então eu ajudo e incentivo.”

Os pequeninos também participaram

Muito bem organizado, o Salão Científico foi dividido nos dois ginásios do Colégio. Se em um deles ficaram as feras da ciências da instituição, no outro abriu-se espaço para, digamos, quem está começando. Até os alunos do maternal participaram de atividades criativas como esta da foto, um estudo sobre luzes e o poder das cores na vida da gente. Bravo!

Pesquisa de um ano inteiro

Coordenadora do projeto desde que ele foi criado, Sueli Matos era só sorriso em meio ao profissionalismo dos trabalhos apresentados durante o evento. “Tem que ficar claro que isso não é uma feira de ciências convencional”, frisa. “Os trabalhos apresentados foram desenvolvidos após uma longa pesquisa que durou desde o início do ano”, esclarece. “E isso faz toda a diferença no resultado final.”

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