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Polícia

Golpistas presos em SC tentam aplicar em Canoas

Estelionatários pediam doações a falsas instituições filantrópicas
09/08/2018 19:41 09/08/2018 19:41


DIVULGAÇÃO/POLÍCIA CIVIL
Ação da DRCI com envolvimento em Canoas
Três suspeitos, de 41, 37 e 32 anos, foram presos em Balneário Camboriú e Itajaí (SC) na manhã desta quinta-feira, na Operação Impostores, da Polícia Civil.

A investigação da Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) do Departamento Estadual de Investigações Criminais demonstrou a existência de uma organização criminosa, composta por quatro estelionatários que enganavam empresários e lavavam dinheiro. Conforme o titular da DRCI, delegado Marco Antônio Guns, os farsantes se faziam passar por assessores de políticos, delegados da Polícia Civil, professores universitários e secretários municipais, entre outros, e aplicavam golpes em empresários, pedindo doações a falsas entidades filantrópicas, por exemplo.

Com identidades falsas como Fábio Martins, Maurício Nunes, Paulinho e Ricardo do Daer, os estelionatários apresentavam-se em prefeituras como as de Canoas (onde, segundo Guns, ludibriaram funcionários da administração públicas e secretários de governo), Porto Alegre e São Leopoldo e pediam cartas de recomendação e endosso para, segundo eles, viajar em busca de "eventos como congressos, fóruns e seminários para promover as cidades". Com estas cartas e credenciais, apresentavam-se a empresários – especialmente àqueles conhecidos por parcerias com o setor público – pedindo dinheiro a falsos programas filantrópicos ou de voluntariado, muitos dizendo beneficiar comunidades carentes.

De acordo com a investigação, mais de 30 empresas e gestores seriam vítimas do golpe. A ação da DRCI, porém, impediu prejuízos de até R$ 300 mil.



Diário de Canoas
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