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Polícia

Polícia Civil indicia três suspeitos de latrocínio no Niterói

Vítima foi executada a tiros em assalto quando ia fazer depósito em agência bancária
09/08/2018 10:20 09/08/2018 10:20


Paulo Pires/GES
Oli Lenz foi atingido por pelo menos cinco disparos e morreu no local
Três suspeitos foram indicados pela Polícia Civil no caso do assalto que vitimou o comerciante Oli Lenz, 49 anos, há pouco mais de um mês, no bairro Niterói. Ao tentar reagir ao roubo, a vítima, que havia estacionado seu Fiat Uno para fazer um depósito numa agência bancária, foi alvejada com pelo menos cinco disparos.

Os nomes de dois indiciados já haviam sido divulgados quando foram capturados em flagrante pela Brigada Militar no dia do crime, 6 de julho: são Wellington Alberto Mello da Silva, 20 anos, e Douglas Rodrigues da Silva, 23 anos. Apanhados a pouco metros da cena do crime num Fiat Palio roubado e clonado, que alegaram ter comprado para praticar o assalto, eles permanecem detidos no Presídio Central de Porto Alegre.

Segundo a titular da 2ª Delegacia da Polícia Civil em Canoas, responsável pela investigação, delegada Miriam Elias Thomé, em depoimentos coincidentes, Douglas e Wellington afirmaram que uma terceira pessoa era a mandante do crime. Esta é a terceira indiciada, que ainda não teve seu nome divulgado porque a Polícia Civil ainda espera a conclusão da perícia nos telefones celulares apreendidos com os presos. Segundo a dupla, os celulares têm mensagens enviadas pelo suspeito de ser mandante do assalto. "Quando depuseram, eles afirmaram que foram contratados para assaltar a vítima, e que inclusive compraram carro e revólver para isso, pagos por esta pessoa que seria mandante. Disseram que só atiraram nele porque houve reação, que a morte não fora premeditada", disse a delegada. "Também aguardamos as imagens das câmeras de segurança do banco, que podem revelar que Oli estava acompanhado. Como a sede do Itaú fica em São Paulo, há certa demora neste processo".

De acordo com a investigação, Oli estava acompanhado ao chegar ao local do crime. Sem prestar depoimento nos dias seguintes à morte do marido, a viúva de Oli depôs na semana seguinte. "Ela alegou à polícia que não estava no local, e que, como foi acusada pela imprensa, preferiu ficar na casa de uma nora por alguns dias após o crime", contou Miriam. Conforme a delegada, a viúva e dois filhos adultos de Oli foram ouvidos pelos investigadores.

O inquérito ainda permanece sob análise do Ministério Público. Ainda segundo a delegada, o terceiro indicado também depôs, mas negou que tivesse participado do crime.



Diário de Canoas
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