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Sobe de tudo

Botijão já custa em média R$ 69

Mas pesquisando dá para encontrar por até R$ 55 o P13
11/07/2018 11:09 11/07/2018 11:09


PAULO PIRES
Faturando: a Patrícia Endres não repassou a alta. A clientela agradece
Está saindo mais caro o pãozinho do seu Antônio Petry. Não, ele não aumentou o preço do cacetinho. Acontece que foi o aumento do gás que fez com que ele passasse a gastar mais para fazer aquele item que é obrigatório no café da manhã. “Para quem precisa usar o forno que nem eu, prejudica bastante”, disse. E não foi só a padaria do seu Antônio que saiu perdendo.

A alta de 4,4% em vigor desde quinta-feira deixou o botijão até R$ 4 mais caro em Canoas. Foi de R$ 65 para R$ 69 o preço médio. “Esta greve dos caminhoneiros só serviu mesmo para deixar tudo mais caro”, reclamou a dona de casa Rita de Lourdes Lima. “Parece que foi ontem que tinha subido o botijão. Ainda bem que a gente usa bastante o fogão a lenha lá em casa. Senão não sobrava nem para comer.”

Quem não subiu está faturando

Com o gás mais caro, é claro que aumentou a procura nas distribuidoras, onde o preço fica mais em conta. Indo atrás do botijão dá para encontrar até por R$ 55. Na Floripa Gás, no bairro Mathias Velho, o movimento cresceu 30% em frente a distribuidora. Ajuda o fato de que a proprietária Patrícia Endres não repassou o aumento. O botijão P13 custa R$ 57 se retirado direto na sede na Avenida Florianópolis. “Vamos tentar manter assim pelo menos até o próximo aumento”, garante a dona. “Até porque estamos faturando bem”, frisa. “Essa época é a melhor do ano para quem vende gás e temos que aproveitar.”

Use moderadamente

Tem que economizar, todo mundo sabe, entretanto ninguém melhor que um economista para falar do assunto. Alfredo Meneguetti adverte que não existe fórmula mágica. “O aumento do gás de cozinha afeta diretamente todas as famílias brasileiras, então algo tem que ser feito dentro de casa, entre os integrantes”, orienta. “A primeira é reduzir o tempo do banho para quem usa chuveiro a gás.”

É necessário também, segundo o economista, buscar o gás direto nas distribuidoras e fazer uso moderado na cozinha. “A dona de casa não vai deixar de cozinhar por causa do preço, mas o que ela pode fazer é organizar melhor seu tempo na cozinha”, explica. “E se der, coloque no roteiro uma passadinha na distribuidora. Sempre sai mais em conta do que esperar o caminhão com o botijão.”

Saiba mais

A Petrobras anunciou no último dia 4 o reajuste de 4,4% no preço do gás de cozinha vendido em botijões de 13 quilos. Segundo a estatal, o aumento reflete a desvalorização do real frente ao dólar, que acumula 16% nos últimos três meses. Vale lembrar que a alta no preço do gás em 2017 levou cerca de 1,2 milhão de residências brasileiras a adotar combustíveis alternativos como o fogão a lenha para cozinhar alimentos, conforme pesquisa divulgada pelo IBGE em abril.




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