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Morte no Niterói

Perícia em celulares de suspeitos para ajudar a resolver latrocínio

Segundo suspeitos, um dos aparelhos tem mensagem revelando hora e local onde a vítima depositaria dinheiro
09/07/2018 18:31 09/07/2018 18:32


Paulo Pires/Paulo Pires/GES
Populares afirmaram à polícia que mulher saiu correndo em meio à ação
Em três telefones celulares apreendidos pela Brigada Militar quando prendeu, na manhã de sexta-feira dois suspeitos do latrocínio (roubo seguido de morte) de Oli Lenz, 49 anos, a Polícia Civil espera encontrar indícios de que o assalto foi encomendado.

"Demora. Os aparelhos precisam ter as senhas decodificadas, e ligações e mensagens devassadas. Pode levar cerca de 40 dias para recebermos o relatório da perícia a respeito do conteúdo dos celulares, mas pode ajudar bastante na investigação", disse a titular da 2ª Delegacia da Polícia Civil, delegada Miriam Luciana Elias.

De acordo com a delegada, os dois suspeitos presos no mesmo dia do crime, Douglas Rodrigues da Silva, 23, e Wellington Alberto Mello da Silva, 20, disseram aos policiais militares que os capturaram, e depois, em depoimento na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento, que o crime havia sido "encomendado": "Segundo eles, um dos celulares recebeu a mensagem indicando hora e local onde a vítima ia fazer o depósito".

"Nisso, os dois depoimentos bateram. Ambos disseram que foram contratados para roubar o dinheiro, e também revelaram que compraram o carro roubado (um Fiat Palio) e o revólver. Segundo eles, o acordo era de que receberiam R$ 5 mil pela 'caminhada', como se referiram ao assalto. Nossa investigação, é claro, está no início e não se resumirá ao depoimento deles. Também falaremos com familiares da vítima, até para esclarecer o desaparecimento da esposa", revelou a delegada.


Cinco tiros

Oli Lenz foi executado com cinco tiros de revólver (dois na cabeça, dois nas costas e um nas nádegas) ao lado de seu Fiat Uno no dia 6, na Rua 11 de Junho, bairro Niterói. Ele pretendia fazer um depósito numa agência bancária na Avenida Getúlio Vargas, a poucos metros de onde estacionou o carro. Mas foi surpreendido por dois assaltantes. Um deles estava armado e acabou baleando Oli – que tentou reagir ao assalto e, segundo o relato de um dos brigadianos que atendeu a ocorrência e posteriormente prendeu os suspeitos, ainda desferiu um soco no rosto de um dos ladrões.

Na tentativa de fuga, os suspeitos acabaram batendo o carro em que estavam em um ônibus da empresa Vicasa, e foram capturados por uma guarnição da Brigada Militar. Com eles, foram encontrados R$ 3,5 mil que roubaram de Oli e o revólver usado para matá-lo.



Diário de Canoas
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