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Alvo de 5 tiros

Polícia segue investigação de suposto latrocínio

Mulher que acompanhava vítima saiu correndo e ainda é procurada
09/07/2018 10:50 09/07/2018 10:51


Paulo Pires/GES
Populares afirmaram à polícia que mulher saiu correndo em meio à ação
Continua desaparecida a mulher que acompanhava Oli Lenz, 49 anos, vítima de um aparente latrocínio na manhã da última sexta-feira, 6, no bairro Niterói. O homem foi baleado perto de seu Fiat Uno depois de ter deixado uma agência bancária na esquina da Avenida Getúlio Vargas com a Rua 11 de Junho. Conforme a Brigada Militar, a vítima e a mulher que o acompanhava, segundo testemunhas do crime contaram aos brigadianos que atenderam a ocorrência, foram atacados na Rua 11 de Junho por dois homens armados. Na tentativa de reagir, Oli foi baleado por um dos suspeitos.

Cinco tiros

De acordo com o sargento Luis Fernando Bitencourt, a vítima foi atingida por cinco disparos. Populares que estavam no banco garantiram à BM que ele estava acompanhado de uma mulher. “O que se sabe é que ela saiu correndo, e a polícia está em sua busca”, disse o capitão da BM Renan Bonotto.

Depois de balearem a vítima, os suspeitos, identificados como Douglas Rodrigues da Silva, 23, e Wellington Alberto Mello da Silva, 20, roubaram dele R$ 3,5 mil e fugiram rumo à Rua Venâncio Aires. Logo bateram em um ônibus o Fiat Palio vermelho, roubado recentemente em Porto Alegre e já clonado. Com os dois, os PMs encontraram e recuperaram o dinheiro roubado e apreenderam o revólver calibre 38, com cartuchos deflagrados.

Aos brigadianos, Douglas e Wellington confessaram que “receberam informações” de que a vítima retiraria dinheiro naquela agência e no horário em que o crime foi cometido. Para não prejudicar as investigações, a BM e a Polícia Civil não revelam de onde partiu a informação que os suspeitos receberam sobre o saque do dinheiro. Hoje investigadores da 2ª DP deverão confirmar no banco se Oli realmente sacou ali o dinheiro. Também serão remetidos à perícia os telefones celulares apreendidos pelos brigadianos com os suspeitos.


Diário de Canoas
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