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Cantaram e encantaram

Vozes conduziram uma emocionante viagem no tempo

Os 50 anos de história dos Pequenos Cantores foram celebrados em grande espetáculo
11/06/2018 10:30 11/06/2018 10:30


Leandro Domingos/GES-ESPECIAL
Alegria contagiantes: ex-integrantes promoveu espetáculos através de cinco décadas
O encanto da infância foi reproduzido; a malandragem da adolescência foi reencenada; a maturidade da vida adulta foi representada. E tudo em alto e bom som. Ex-integrantes do grupo Pequenos Cantores do La Salle cantaram e encantaram o público no Teatro do Sesc durante a noite de sábado e a tarde deste domingo. Uma verdadeira viagem ao passado foi promovida por talentos de ontem de hoje. O espetáculo Memórias de uma Trajetória misturou canto, dança e audiovisual de forma perfeita para celebrar os 50 anos do projeto e traduzir a importância que ele teve na vida de milhares de pessoas. “Achei sensacional”, elogiou a ex-pequena cantora Iolanda Nunes, que mesmo não participando em cima do palco, cantou o tempo todo na platéia. “E tinha como não cantar junto? A alegria deles foi contagiante.”

Aplausos de pé logo na abertura

Um espetáculo de imenso bom gosto idealizado por Rubiélson Medeiros, o show já arrancou aplausos de pé da público logo na abertura. Voltando até a primeira turma de Pequenos Cantores criada em 1968, um grupo de crianças ensaiou um emocionante Parabéns a Você. As vozes dos meninos e meninas logo ganharam a platéia, sendo acompanhadas em coro por pais, mães, avôs e avós com lágrimas nos olhos.

Teve de tudo

Sabe o clássico “Andança”, de Elis Regina? Conhece o sertanejo “Bate o pé”, de Rio Negro & Solimões? E o “Show das Poderosas” da Anitta? Pois é, a viagem no Teatro do Sesc passeou por todas as épocas e estilos, passando por cima de preconceitos bobos que dizem que quem escuta e canta MPB não pode ouvir pagode e sertanejo.

“Essa coisa de cantar do grupo nunca foi de menosprezar este ou aquele tipo de música”, lembra o hoje funcionário público Guaraci Grebin, que participou do grupo entre 1982 e 1986. “O que sempre importou foi a amizade que transcendia as atividades na sala de aula. E o que sempre importou também foi a emoção na hora de soltar a voz.”

O capricho nos bastidores

O grupo de Pequenos Cantores que foi reunido era formado por funcionários públicos, médicos, advogados, etc. Só que o cuidado da produção foi tamanho que cada um deles foi tratado como uma verdadeira estrela. “Eu adorei tudo”, disse Cristiana Kulzer. Uma ex-integrante “lá do início dos anos 2000”, ela gostou tanto que envolveu até a filha de apenas 3 anos no espetáculo. “Ela ainda não é, mas vai ser Pequena Cantora”, garantiu.



Diário de Canoas
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