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Futebol

Comandantes afiados pós-clássico GreNal

Grêmio assumiu a proposição do clássico deste domingo (12), na Arena, e o Inter apenas se defendeu. Estratégias repercutiram nos vestiários
12/05/2018 21:12 12/05/2018 21:14

Lucas Uebel e Ricardo Duarte/Assessoria do Grêmio e do Internacional
Renato Portaluppi e Odair Hellmann tiveram avaliações distintas e falas polêmicas após o clássico GreNal
Um Tricolor em grande fase executou o que todos os que acompanham a atual situação da dupla Gre-Nal esperavam. Teve as rédeas da partida, 75% de posse de bola, 663 passes perfeitamente executados e apenas 25 errados. Do outro lado, foram 135 trocas corretas e 47 equívocos. Com aproveitamentos distintos, os números abriram espaço para a interpretação do jogo. As propostas táticas de Renato Portaluppi e Odair Hellmann estiveram perfeitamente expostas. Enquanto os gremistas propuseram o sistema característico de jogo, os colorados vieram para se defender. Salvas as polêmicas, o que se viu foi o êxito de cada uma das estratégias com a ressalva de nenhum contra-ataque efusivo do lado vermelho, e somente uma conclusão em gol no lado azul.

“Hoje estava difícil porque o Internacional estava fechado. No futebol, é muito mais fácil destruir do que construir”, reiterou Renato, em entrevista com tom provocativo e com reclamações à arbitragem. Durante as respostas, o comandante tricolor aproveitou a boa fase para questionar a forma de atuar do rival. Após as falas acerca da partida, Portaluppi projetou a disputa da Libertadores da América, contra o Monagas, que contará com poucos titulares.

O tom de Odair Hellmann, por outro lado, foi dotado de maior cautela ainda que um recado para cutucar os azuis tenha sido dito. O treinador colorado parabenizou a mobilização da equipe. “Foi um jogo muito organizado. Quero realçar o comprometimento. Tivemos jogadores que sentiram lesão durante a semana e se colocaram a disposição para ficar no banco”, comentou. “Nos últimos dois clássicos, ganhamos no Beira-Rio e empatamos aqui”, apontou. Hellmann dissertou acerca da pressão em que está inserido por estar há cinco jogos sem vencer, mas apostou nos jogos diante da Chapecoense e Corinthians, em casa, para reação colorada no Brasileirão.


Diário de Canoas
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