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Alerta

Vazamento de informações: conheça os perigos da superexposição nas redes sociais

Na rede, a privacidade dos usuários é frágil. Por isso, não a trate como um diário aberto
08/04/2018 09:56 08/04/2018 09:59

Adair Santos/GES-Especial
Henrique Pufal
Cada vez mais conectados em computadores e celulares, estamos fazendo do mundo digital a pracinha onde brincamos e as ruas por onde passeamos pelo mundo. E neste formato há ônus e bônus. O lado positivo é a facilidade de comunicação e alargamento de relações no pessoal e no profissional, numa rede de contatos muito além do imaginado, dado a inexistência de fronteiras nas infovias. O saldo negativo é a superexposição a qual todos nós somos colocados, como se fôssemos um produto a ser curtido, compartilhado e comercializado.

Ônus que fica ilustrado no vazamento, na quarta-feira passada, de informações relacionadas a 87 milhões de perfis do Facebook em todo o mundo, dos quais 443 mil brasileiros. Além disso, foram confirmados, nos últimos dias, o vazamento ocorrido em 2014 dos dados pessoais de mais de 50 milhões de usuários norte-americanos dessa rede social, a principal do planeta. Situação que botou pra baixo as ações da empresa, gerou uma saraivada de críticas furiosas de diferentes setores e materializou que usuários são vistos como cifrões e mercadoria.

Personalização

“Não uso a rede social como livro aberto. No Face tem como personalizar o nível de intimidade, quem você quer que acesse este ou aquele conteúdo”, orienta o diretor do SinosNet, Henrique Pufal. E que traz uma dica ao internauta/usuário do serviço. “Tem que lembrar que o Face é como a porta e janelas de sua casa, as quais não podemos deixar abertas”, frisa Pufal, para quem a rede social, contudo, cumpre um papel importante, o de agregar pessoas com afinidades e de melhorar a autoestima. “Incentiva as pessoas a lidar e mostrar seu lado positivo. Era assim quando íamos antigamente ao recreio, quem acaba se encontrando era quem tinha afinidades”, argumenta.

Adair Santos/Adair Santos/GES-Especial
Configurações no computador

Na Internet, o produto somos nós

Também pondera que uma das formas de limitar o acesso a dados pessoais no Facebook é mudar as suas configurações. “A partir desse episódio o Face passou a facilitar o acesso ao painel de configuração para a privacidade. Eles simplificaram a forma de visualizar, mas não há restrição às informações. Quanto mais compartilham informações, melhor se vendem para os seus anunciantes”, observa. Lembrando que o objetivo da rede social é justamente criar uma bolha, Pufal deixa claro. “Em qualquer serviço de Internet que seja de graça o produto é a tua informação pessoal. Não tem almoço grátis. Se é grátis o produto é você”, frisa.

Dicas de uso

Adair Santos/GES-Especial
Configurações no celular
1. Não confie em tudo que está no Facebook, principalmente quando a fonte é desconhecida. Cada um tem direito a ter seu posicionamento político, mas não se deixe influenciar por mentiras. Busque fontes confiáveis de notícias.

2. Muito cuidado na hora de fazer estes testes de Facebook. A gente está autorizando alguém a coletar informações sobre o nosso perfil, que poderão ser utilizadas depois mesmo sem percebermos.

3. De tempos em tempos é importante fazer uma ‘‘faxina’’ no Facebook, revogando o acesso de aplicativos e sites ao nosso perfil.

4. Pra quem usa o Facebook no celular, clique naqueles três risquinhos que tem na direita, acesso o seu próprio perfil, depois clique naqueles três pontinhos que acessam as configurações do perfil e de privacidade, vá na seção “Aplicativos”e verifique quais sites e aplicativos não precisam mais estar ali.


5. No caso de quem usa Facebook no computador é mais fácil ainda. Na barra superior do Facebook, clique naquela setinha pra baixo, acesse a parte “Configurações” e vá em “Aplicativos”. Nesta mesma seção de configurações tem uma parte chamada “Aplicativos que outras pessoas usam”. Ali está listada uma série de informações do seu perfil que aplicativos e jogos utilizados pelos seus amigos podem levar do seu perfil e, inclusive, as nossas atividades no Facebook, como curtidas e compartilhamentos. Ou seja, temos que cuidar o que nós compartilhamos e no que permitimos que seja utilizado do nosso perfil.

6. Lembre-se que o Facebook, assim como tantos outros serviços, não é de graça. Quando usamos uma coisa gratuita na Internet, significa que o produto somos nós e as nossas informações pessoais.

Fonte: Henrique Pufal, diretor de Negócios do SinosNet


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