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Grupo Sinos
Publicado em 26/06/2014 - 09h29
Última atualização em 26/06/2014 - 09h37

Alta umidade do ar coloca a sua saúde em risco

Até domingo índices devem ficar entre 90% e 100%

Tatiana Hentz - tatiana.hentz@gruposinos.com.br

Foto: Néia Dutra/GES
Com a umidade do ar oscilando entre 90% e 100% até domingo, deixando janelas e paredes molhadas e pisos escorregadios, os perigos não ficam restritos apenas às quedas. Nos meses de inverno, quando é comum haver um aumento significativo de doenças respiratórias, os dias mais úmidos podem provocar nas pessoas mais sensíveis desde crises de espirro até dificuldades de respirar.
 
O nariz é responsável pela filtração e umidificação do ar. Desta forma, sempre que a umidade do ar aumenta ou diminui, várias doenças costumam aparecer, conforme explica a médica pneumologista, Simone de Leon Martini. “A umidade reflete no aumento do mofo. Quando temos uma umidade muito alta, ocorre a proliferação dos fungos, desencadeando crises de rinite, com congestão nasal e espirros”, explica a pneumologista. Pacientes com asma também costumam ter crises com o tempo nestas condições, apresentando sinais como tosse, falta de ar e chiado ao respirar”, acrescenta.
 
O pneumologista Paulo José Zimermann Teixeira reforça que qualquer extremo pode ser ruim, portanto, o ideal é que a umidade esteja entre 40% e 70%. “Quando menor do que 40% ou maior do que 70%, o risco de infecções respiratórias e de alergias passa a ser maior. Os ácaros e fungos do ambiente se desenvolvem mais nos extremos de umidade”, alerta Teixeira. “Os efeitos adversos à saúde causados pela umidade relativa do ar podem ser minimizados quando os níveis internos são entre 40% e 60%”, observa o pneumologista.
 
Leia a matéria completa na edição impressa do Jornal NH desta quinta-feira
 
 
 

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