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Polícia | sexta-feira, 12 de março de 2010 - 08h27 |
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| DP de Trânsito reúne provas sobre acidente que matou menina em Canoas |
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| Nesta quinta, familiares se despediram emocionados da criança, pedindo que a polícia faça justiça. |
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Canoas - Um dia após o acidente que vitimou Eduarda Garcias Teixeira Greis, cinco anos, na rua Venâncio Aires, bairro Niterói, peritos do Instituto Geral de Perícia coletaram provas sobre as marcas de frenagem deixadas sobre o asfalto. Familiares se despediram emocionados da menina, pedindo que a polícia faça justiça na investigação do caso. O inquérito está sob a responsabilidade da Delegacia de Trânsito.
Por volta das 16 horas de ontem, agentes da Polícia Civil bloquearam parte da rua Venâncio Aires, no trecho entre as ruas Protásio Alves e Pândia Calógeras, para fazer o registro visual e fotográfico dos indícios de freada brusca deixados pelo Celta branco conduzido por um homem de 28 anos. O supervisor de manutenção disse na quinta-feira que não estava correndo.
"Eu andava no sentido Centro-bairro, entre 60 e 70 quilômetros por hora, para visitar um cliente. Tentei frear, mas o carro não parou e a menina acabou sendo arremessada". Em entrevista para o jornal, o condutor ressaltou que o acidente foi uma fatalidade. "Sou pai de um filho de três anos. Não imagino a dor que a família está sentindo, mas não deve ser nada fácil."
DESPEDIDA - Familiares e amigos se despediram de Eduarda na manhã de ontem, no Cemitério Parque São Vicente. A imprensa pode acompanhar o sepultamento, mas os pais não quiseram falar. A cerimônia foi marcada por muita emoção e homenagens.
De volta ao local do acidente, Ivanise Garcia Teixeira, 24, mostrava-se abalada com a perda da filha caçula. "A saudade é muito grande. Não temos palavras", dizia a dona de casa. "Ela era uma criança tranquila e feliz. Sei que ela morreu realizada, porque realizou o sonho de ir para o colégio, e o avô dela estava aqui conosco."
Agarrada em um cachorrinho de pelúcia, a mãe de Eduarda contou à polícia sua versão dos fatos e pediu justiça. "Tínhamos acabado de almoçar juntos (com as filhas e o marido) e íamos pro shopping. Eu estava do outro lado da rua. Pedi pra ela esperar, que eu ia atravessá-la. Quero que ele (motorista) pague (pelo que fez)", desabafou a mãe.
Foto: Vinicius Carvalho/GES
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Tags/ palavras-chave: acidente, Polícia Civil, justiça, polícia, pais, mãe, pai, filho, filha, dor, homem |
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Bom, lendo esta notícia, não tem nem como imaginar a dor desta mãe! Só estou comentando para pedir, que ninguém ponha a culpa nsta mãe e nem neste motorista! O que eu tenho para dizer é que DEUS precisou deste anjinho, por isso levou-a antes! Que DEUS A ABENÇOE A ELA E À ESTA MÃE!
quinta-feira, 20 de maio de 2010- 14:38 mariana oliveira, Canoas
sou a mãe da eduarda e ninguém tem direito a comentar nada. só quem assistiu todo o acidente foi eu então não comentem nada antes de ouvir a outra versão da história!!!!!
terça-feira, 16 de março de 2010- 22:24 ivanize garcias teixeira, Canoas
Provavelmente a Cleusa não tem carro. É obvio que muitas vezes os motoristas excedem o limite de velocidade. Porém, não há de se deixar de falar em IRRESPONSABILIDADE DOS PAIS...
sábado, 13 de março de 2010- 09:17 Fabiano Haubert, São Leopoldo
Esse tipo de acidente pode acontecer com qualquer pessoa, é só ter uma criança na rua sem a presença de um adulto.
sexta-feira, 12 de março de 2010- 18:20 Anali, Canoas
A mãe tambem tem culpa o motorista, a maior parte por velocidade a mãe por ser descuidada com a filha. Tambem sou mãe.
sexta-feira, 12 de março de 2010- 17:50 andrea, Canoas
Deve-se prender a mãe da criança, não o motorista do celta.
sexta-feira, 12 de março de 2010- 15:36 Alexandro, Campo Bom
Fácil é imputarmos nossa parte da responsábilidade para outras pessoas. Os culpados das tragédias são sempre os outros. É evidente que a desatenção do motorista e o excesso de velocidade acarretaram a morte da menina, mas a fatalidade só ocorreu pela presença da criança desacompanhada na rua.
sexta-feira, 12 de março de 2010- 15:14 Luciano Pires, São Leopoldo
Sou pai de duas filhas, não tenho como mensurar a dor dessa família. Não protejo o motorista, mas quem tem filhos pequenos, a obrigação é sempre conduzi-los pela mão. Eu sempre comentei em casa que rua não é lugar de crianças pequenas. Crianças devem estar sempre dentro do pátio, com o portão fechado.
sexta-feira, 12 de março de 2010- 11:52 Valter N. Silva, Canoas
Acredito que a culpa toda é da mãe e do pai da criança. Quando você tem cinco anos os pais são responsáveis. Como deixar uma criança sozinha em uma via publica? A 50,60,70 quilômetros por hora não dá para parar um carro a tempo quando aparece alguém na frente. E acredito que os pais sabem disso. Cuidem seus filhos na rua.
sexta-feira, 12 de março de 2010- 08:57 Claudio, Porto Alegre
É muito triste ler uma notícia dessas. A gente se coloca no lugar da família e sente a mesma revolta que eles. Quando vai acabar essa correria desenfreada? Tem compromisso, sai mais cedo de casa, porque os motoristas tem a mania de achar que correndo é que são os bons, os machos, os heróis.
sexta-feira, 12 de março de 2010- 08:53 Cleusa, Canoas
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