sexta-feira,
30 de julho de 2010
  Canoas
Chove e esfria
 
MÁX: 21º
MIN: 11º
Twitter
Últimas
Cidades / Região
Ensino
Geral
Meio Ambiente
Mercado
Polícia
Tecnologia
E TAMBÉM
Gourmet
Turismo
Decoração
Viver com Saúde
Motores
Tecno
Esportes
Principal
Últimas Notícias
Regional
Estadual
Nacional
Internacional
Corneteia, torcedor!
  Notícias /Geral
Mundo | sábado, 20 de março de 2010 - 15h23
Invasão norte-americana ao Iraque completa 7 anos neste sábado
Em 20 de março de 2003, militares lançaram mísseis contra uma fazenda do sul de Bagdá.
Agência EFE
Comente esta notícia | Letra 
Iraque - Com o país à espera de resultados eleitorais, o Iraque encara neste sábado os sete anos da invasão liderada pelos Estados Unidos.

Em 20 de março de 2003, às 3h35 (20h35 de Brasília), os americanos lançaram seus primeiros mísseis contra uma fazenda do sul de Bagdá. O local, segundo os militares, serviria de esconderijo para Saddam Hussein, o então presidente do país.

"Nestes últimos sete anos, o Iraque viveu uma fragilidade que nos custou um alto preço: o sangue do povo iraquiano", disse à Agência Efe o trabalhador Abdala Khalifa, que tem 48 anos e vive na capital.

Como ele, muitos iraquianos apostam no futuro e no processo de reconciliação nacional, que livraria o país de vários anos de guerra e confrontos sectários.

À Efe, Khalifa revelou que um de seus maiores desejos é que, neste ano, "ocorram mudanças que normalizem a situação e apaguem da lembrança as tragédias passadas".

Até hoje, este trabalhador se recorda dos dramáticos momentos que viveu no dia em que começou a ocupação estrangeira, que já dura sete anos e, até pouco atrás, manteve o país mergulhado em uma onda de violência.

"Foi um dia negro. As pessoas, com medo de morrerem, começaram a deixar suas casas e a fugir para várias regiões fora da capital. Ainda não despertamos do trauma que sofremos ao ver a grande destruição", contou.

Ele também se lembra que, antes da invasão anglo-americana, o clima no país era de tranquilidade" e "os laços entre os iraquianos, bem melhores que na atualidade".

Já o servidor público Yamil al-Menchadi, que vive em Basra (sul) e está de visita a Bagdá, adoraria ver a cidade livre dos blocos de concreto armado. Para ele, essas barreiras reavivam na memória "os piores momentos" de violência e atentados.

O funcionário, que quando chegou à capital se surpreendeu com o fato de não haver mais patrulhas americanas nas ruas, também gostaria de não encontrar "nenhum" soldado dos EUA ou de outro país no Iraque depois de 2011, conforme estipulado no acordo de segurança assinado entre as autoridades iraquianas e americanas.

Como o resto da população, Menchadi espera ainda que os políticos do país sejam capazes de aproveitar a receita gerada pela exploração do petróleo para melhorar as condições de vida do povo iraquiano.

"O Iraque poderia se juntar aos países desenvolvidos se a administração do dinheiro proveniente das exportações de petróleo melhorasse e se a corrupção que atinge o país fosse eliminada", afirmou à Efe.

Tags/ palavras-chave:exportações, clima, EUA, segurança, violência, Estados Unidos, vida, guerra, dinheiro, atentados, Iraque
ComenteComente ImprimirImprimir Enviar por e-mailEnviar por e-mail RSSRSS
Links patrocinados
AMILTUR TRANSPORTES E TURISMO
Transporte diário a POA e Canoas porta-a-porta
E-mail: contato@amiltur.com.br
(51) 3065-6647 | 9977-3939
   
RSS - Notícias
Siga o Diário de Canoas no Twitter
Publicidade
Sites: Grupo Sinos | Jornal NH | Jornal VS | ABC Domingo | Jornal de Gramado | ABC Classificados | Rádio ABC 900 AM | Ziptop | BahDigital | exclusivo
Diário de Canoas/Serviços: Assine | prove e aprove | Programa de Fidelidade Ganhe Mais | Fale Conosco | RSS | PROMOÇÕES
© 2010 Grupo Sinos
Todos os direitos reservados. All rights reserved.