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2 de setembro de 2010 - 21h20
Trovas de Ialmar Pio - imagem da internet
TROVAS de IALMAR PIO
5
No jardim da minha vida,
quantas flores cultivei;
Mas em cada despedida
muitas delas arranquei...
6
Das flores todas que planto
em meu modesto jardim,
aquela de mais encanto
vem ser você, meu Jasmim!
7
Vivemos na contingência
de alimentar a crendice,
que o caminho da existência
vai nos levar à velhice.
8
Quando estás à beira-mar,
caminhando sobre a areia,
eu me ponho a meditar
que sejas uma sereia.
***
Imagem da Internet
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1 de setembro de 2010 - 22h31
Soneto de Ialmar Pio - Aquarela de Ângela Ponsi
SONETO
Ialmar Pio Schneider
Labuta enquanto é tempo pela vida,
nunca lastimes teu destino bruto
e segue em frente, firme e resoluto,
sem pensar numa grave recaída.
É possível que encontres na subida
dificuldades p’ra colher o fruto;
teu coração é jovem e impoluto
e assim terás a tua missão cumprida.
Não te constranjam simples empecilhos
que às vezes atravancam nossos trilhos
quando buscamos atingir a glória;
mas leva em tua mente este ditado
sempre eficaz o quanto mais lembrado:
"Só o sofrimento é o preço da vitória" !...
***
Aquarela de Ângela Ponsi
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31 de agosto de 2010 - 00h29
Dia do Blog - 31 de Agosto - Imagem da Internet
POEMA - SEXTILHA
Ialmar Pio Schneider
Aos amigos blogueiros, saudações !
Em trinta e um de agosto, Dia do Blog,
façamos nossas comemorações,
divulgando as felizes criações,
quer seja, em crônicas ou poesias,
o gênero real e fantasias...
Porto Alegre, RS, 31 de agosto de 2010-08-30
*****
Imagem da Internet |
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30 de agosto de 2010 - 11h31
Estância Velha
Estância, velha querida,
lembrança, de uma infância bonita.
Estância, bailarina menina,
dos Kerbs tu és a rainha.
Estância, terra de ouro,
o tesouro que sai dos fulões,
na força doHomem, a riqueza do couro,
muito trabalho, em lendários galpões.
Estância, das festas na praça,
com charme, com graça, em domingos de sol,
Estância, de todas as crenças e todas as raças,
e das gurias estrelas,que brilham no futebol.
Estância das motos, de velhos curtumes,
dos costumes e da tradição,
Nos teus campos, taperas, tapumes,
e lembranças da imigração.
Já merquei no calendário,
8 de setembro com carinho,
pois é o teu cinquentenário,
Estância, meu velho ninho.
Parabéns Estância Velha,
e ao teu povo batalhador,
dos que emanciparam essa terra,
aos que aprenderam a te dar valor.
Te abraçamos menina de cinquenta,
neste aniversário de luxo,
cada filho teu ostenta,
Estância, orgulho gaúcho.
Que Deus abençoe nossa Estância,
com Paz, Saúde, Progresso e Amor,
e permita que nossas crianças,
não percam a essência interior.
Linda terra de grandes talentos,
de geração em geração,
és a Estância do curtimento,
Estância da curtição,
onde é possível interpretar,
de duas formas o verbo curtir,
vale tanto pra trabalhar,
como vale pra divertir.
Estância, um lugar pra morar,
Estância,um lugar pra sorrir. |
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29 de agosto de 2010 - 10h13
Soneto de Ialmar Pio
Soneto da Paz
Ialmar Pio Schneider
Aspiração suprema da esperança
que atinge os corações, fraternalmente,
à procura de um bem que só se alcança
com a bênção do Senhor Onipotente.
Tenhamos a inocência da criança
e conservemos sempre em nossa mente
toda a sublime bem-aventurança
vinda do Espírito Santo onisciente.
E nossa prece, então, será ouvida
distante, além dos astros, no infinito,
glorificando aqui na terra, a vida...
Porque somente unidos, afinal,
em torno de uma luz de amor convicto,
é que teremos Paz Universal !
Foto: Reprodução
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28 de agosto de 2010 - 00h36
Dia do Bancário - 28 de agosto - Soneto
SONETO AO BANCÁRIO – 28.08
Ialmar Pio Schneider
Hoje quero saudar o bom bancário,
Que se dedica, quase a vida inteira,
Atendendo a população ordeira,
Cumprindo sempre rigoroso horário...
Pouco importa se fez ou não, carreira,
Pois faz parte do gênero operário,
E por isto recebe o seu salário,
Pra sustentar os filhos e a parceira.
Bem sei o quanto é nobre o seu trabalho,
Enfrentando por mais de trinta anos,
Tão incessantemente, sem atalho,
As horas das manhãs e longas tardes,
Os mesmos afazeres sem enganos,
Queixas, desilusões, mágoas e alardes...
***
Imagem da Internet
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26 de agosto de 2010 - 00h42
Soneto de Ialmar Pio (aniversário 26.8) - foto
Data de aniversário - 26 de agosto.
AUTORRETRATO
Preciso confessar que não a quero
por simples desabafo ou desagrado;
e procurando ao menos ser sincero
comigo mesmo e ao coração magoado.
Se nada tive e tudo ainda espero,
mais infeliz fora não ter cantado
o amor inatingível que venero
num misto de virtude e de pecado.
Alguém irá dizer, é bem provável,
que sou um sonhador, que vivo abstrato
no mundo da ilusão desagradável...
porquanto transformei a minha vida
num esboço qualquer, o autorretrato
de uma pessoa a mim desconhecida...
IALMAR PIO SCHNEIDER
***
Foto do arquivo do autor. |
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25 de agosto de 2010 - 12h43
Trovas de Ialmar Pio
1
As trovas que aqui deponho
à apreciação dos leitores,
são os frutos do meu sonho
que colhi nos meus amores...
2
Cada dia uma rotina
que devo sempre seguir,
entretanto a vida ensina
que não posso desistir.
3
Se a tristeza me visita
canto uma trova somente,
e desta forma a desdita
foge e me torno contente.
4
Ando à procura de alguém
que me venha dar carinho,
como estou não me convém,
não quero viver sozinho.
***
A tela que ilustra as trovas é de Glaucia Scherer.
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24 de agosto de 2010 - 01h47
Dia 24 de agosto - Dia do artista - Aquarela de Ângela Ponsi
SONETO DE AMOR
Ialmar
Pio
Schneider
Quisera que tu fosses mais selvagem
e fugisses de mim sem complacência
quando procuro unir nossa existência
para juntos seguirmos mesma viagem...
Muito mais haveria eu de sofrer,
no entanto fora doce o sofrimento
pois a força do amor que hoje alimento
seria muito maior no meu viver.
E quando, finalmente, em ânsia louca
eu depusesse um beijo em tua boca
seria muito melhor a glória da conquista
porque recordaria o sacrifício
de quanto se requer neste artifício
de ser amado assim como um artista !
- CANOAS, 13.5.83
***
Aquarela de Ângela Ponsi
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23 de agosto de 2010 - 00h26
Soneto de Ialmar Pio - Aquarela de Ângela Ponsi
S O N E T O
Ialmar Pio Schneider
Eu te recordo em minha fantasia
plena do belo sobrenatural,
pois hoje representas a magia
dentro do meu viver sentimental.
Após a noite insone, surge o dia
primaveril e sempre tão banal,
quando me abate a triste nostalgia
de tua ausência, oh! mulher fatal.
Fora melhor, talvez, não ter amado
quem tanto quis, sem ser correspondido,
num momento qualquer do meu passado...
E quando me reporto à juventude,
lamento em vão o tempo despendido
em ter amado alguém mais do que pude.
CANOAS (RS) - 28./09./93
***
Aquarela de Ângela Ponsi |
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19 de agosto de 2010 - 19h12
Poema de Ialmar Pio - Aquarela de Ângela Ponsi
C Â N T I C O I
Ialmar Pio Schneider
Cultivo um amor oculto
que cresce dentro de mim;
dia a dia toma vulto,
parece nunca ter fim...
Nas horas tristes, perdido
no meio da multidão,
procuro no mar do olvido
já me afogar, mas em vão.
Quando as folhas do passado
uma após outra perpasso,
quase fico revoltado
me culpando do fracasso...
Pois melhor fora, talvez,
não criar a fantasia
de viver na timidez
que esta paixão requeria.
CANOAS (RS) - 05.06.87
http://ial123.blog.terra.com.br/
http://ialmar.pio.schneider.zip.net/
EM 03.01.2009
http://ialmarpioschneider.blogspot.com/
em 11.04.2010
***
Aquarela de Ângela Ponsi
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18 de agosto de 2010 - 14h29
Trovas de Ialmar Pio - Aquarela de Ângela Ponsi
Trovas de Ialmar Pio
1
A trova é o verso que nasce
de um coração sonhador;
fica estampada na face
de quem vive um grande amor!
2
Versos de amor quando os faço
me causam tanta emoção;
cada palavra é um pedaço
que arranco do coração!
3
És a força que eu preciso
para deixar de sofrer.
Oh! Querida, toma juízo
e vem comigo viver!
4
Quantos versos escrevi
sem que pudesse entendê-los...
Agora me encontro aqui
a lembrar os teus desvelos...
Imagem: aquarela de Ângela Ponsi
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17 de agosto de 2010 - 01h23
Soneto de Ialmar Pio
Data de nascimento do poeta Fagundes Varela - 17 de agosto de 1841.
SONETO A FAGUNDES VARELA (em Getúlio Vargas - RS, aos 16 anos do autor)
Tu foste aquele sonhador com os Céus,
Que passou toda a vida ladeando
Margens de córregos e rios. Cantando
Para esquecer os sofrimentos teus.
Mas quanto mais cantavas mais sonhavas
Com teu filho e tua amada que do céu
Te contemplavam através de um véu,
O qual os separavam de onde estavas...
Oh! Grande Fagundes Varela, em teu
Coração tu sentias as ilusões,
Pois exumavas as recordações,
E o cruel destino que Deus te deu.
Com tuas tristes canções tu as avivavas,
Pois nas canções um céu já tu avistavas.
IALMAR PIO SCHNEIDER
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Imagem da Internet
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16 de agosto de 2010 - 18h44
Poema de Ialmar Pio - imagem da internet
POEMA a ANTÔNIO NOBRE
(data natalícia do poeta português – nascido
em 16 de agosto de 1867 na cidade do Porto –
Portugal)
Cantando sua terra na Paris
dos outros tempos e na juventude,
evocava a infância, talvez feliz,
e poeta, tangendo o alaúde,
lembra Garrett mais Júlio Dinis...
Seus poemas bucólicos e vários,
traduzem a beleza das paisagens,
são versos plácidos e extraordinários,
dizendo das saudades de viagens
pelos caminhos do torrão natal,
o seu maravilhoso Portugal...
Porto Alegre, RS,
16 de agosto de 2010-08-16
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Imagem da Internet
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16 de agosto de 2010 - 03h44
Poema de Ialmar Pio
NOTURNO
Ialmar Pio Schneider
A noite é longa e muito mais se estenderá...
Tem paciência,
Diz-me a consciência.
Mas um soluço me corta o fôlego.
Espero o sol como a criança
Fica na esperança
De receber um presente
Do Papai-Noel.
Oh! Como vai distante
O sonho não realizado,
A incerteza do amanhã.
A noite é longa e muito mais se estenderá...
Sinto a solidão,
Não há perdão.
Oh! Poema caótico,
Confuso poema,
Vive o momento de ansiedade sem alivio,
É teu destino turvo continuar.
A noite é longa e muito mais se estenderá...
Obstinadamente recebo emanações de luz
Na escuridão.
Quero ser alguém liberto das catástrofes,
Vencer o "Medo à Liberdade".
Enfrentar meu castigo,
Fugir do perigo.
A noite é longa e muito mais se estenderá...
Lamentar o que?
Eu preciso de você
Nestas horas incoerentes
Que se arrastam devagar.
Aqui junto de mim,
Aguardando amanhecer o dia,
Cheio de alegria
Para uma vida nova;
Enfim, rejuvenescer
E ser capaz de ser audaz, e ser jovial.
A noite é longa e muito mais se estenderá...
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14 de agosto de 2010 - 19h41
Poesia Gauchesca de Ialmar Pio - Tela de Glaucia Scherer
PETIÇO ZAINO
Ialmar Pio Schneider
Velho petiço que eu tive
nos meus tempos de guri,
hoje eu me lembro de ti
e vou sentindo saudade,
esta mágoa sem idade
que sempre nos acompanha,
pois não se afoga com canha
e nem o fogo destrói
porque quanto mais nos dói
menos sentimos a sanha.
Não esqueço nunca mais
daquele petiço manso
que nunca teve descanso
e foi o meu companheiro,
quando aprendiz de tropeiro
adquiria experiência
de tudo quanto a existência
vai tramando com enleios
velho amigo de rodeios
na minha xucra querência.
E depois vim pra cidade
viver no meio do povo,
pensando em ti me comovo
pois sinto barbaridade
uma dor que o peito invade
e me vai tomando conta,
como quem anda de ponta
com o destino caborteiro
que nos leva no entrevero
e tanta vez nos afronta.
Eras o orgulho que eu tinha
quando em manhãs de domingo
no meio de tanto gringo
eu ia assistir à missa.
Troteavas sem preguiça
no teu maior otimismo
me levando ao catecismo
onde a gente se prepara
pra ter vergonha na cara,
não praticar banditismo.
Sempre foste meu amigo
onde andasse bem ou mal
até que a sina fatal
nos separou de repente.
Numa tarde de sol quente
deixando o pago pra trás
me despedi de meus pais
e vim morar por aqui;
depois, nunca mais te vi,
nem me viste nunca mais!...
Do livro em preparo: "Verso Xucro e Recuerdos do meu Rincão".
- Versos gauchescos
http://ial123.blog.terra.com.br/
em 13.8.2010
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Tela de Glaucia Scherer
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13 de agosto de 2010 - 15h58
Trovas de Ialmar Pio - Aquarela de Ângela Ponsi
Trovas de Ialmar Pio
É tão tarde... a madrugada
Daqui a pouco vai raiar;
E pensando em minha amada
Quero dormir e sonhar...
Porto Alegre – RS 27.11.2006
Faça o bem... enquanto vivo,
Leve uma vida exemplar,
Como se fosse o motivo
Para um dia regressar...
Levo a vida com firmeza,
Na derrota ou no sucesso,
Pois do rio, a correnteza
Vai em frente sem regresso !
Imagem: aquarela de Ângela Ponsi
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12 de agosto de 2010 - 01h28
Dia Nacional das Artes - 12 de agosto
TROVAS de IALMAR PIO SCHNEIDER – 06.04.2008
1
Descanso na solidão
E só peço a caridade,
De um pedacinho de pão
Para a fome da saudade.
2
Não sei por que tanta mágoa,
Se vivo na sobriedade
E só quero um pouco d’água
Para a sede da saudade.
3
Faze o verso que te apraz
Com grande satisfação,
E recolhe em doce paz
A calma da solidão.
4
À tardinha solitário,
Fico a lembrar minha infância,
Enquanto no campanário
Sinos tangem à distância...
***
Aquarela de Ângela Ponsi
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11 de agosto de 2010 - 16h54
Soneto de Ialmar Pio - Aquarela de Ângela Ponsi
S A U D O S I S T A
Tu me acusas de eu ser um saudosista,
a viver relembrando amores idos...
como queres que assim deles desista,
se foram, afinal, apetecidos ?
E viverão comigo enquanto exista
saudade dos momentos bem vividos,
representando sonhos de conquista,
oh! como poderão ser esquecidos ?!
É meu dever querer-te sempre mais,
mas os direitos devem ser iguais
para que nunca Amor haja conflito.
A acusação que sai da tua boca,
só te transtorna, tu pareces louca !
Aquilo que houve outrora está prescrito...
Ialmar Pio Schneider
Imagem: Aquarela de Ângela Ponsi
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10 de agosto de 2010 - 22h12
Estacionamento pago
| Quero compartilhar com os leitores a minha indignação com o estacionamento pago. Onde ficou a divulgação da proibição do uso do cartão de 20 minutos, mais o cartão de uma hora? Fui multada por fazer uso dos dois como sempre fiz. Quando isso entrou em vigor? E os comerciantes estão satisfeitos com a redução de tempo? Parece-me mais uma coisa decidida na calada da noite. Falei com várias pessoas e nenhuma sabia dessa decisão, e quando fui pagar os R$5,oo, outras tantas também estavam indignadas. Mais uma vez o povo é que leva a pior! |
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