
São Leopoldo - A Prefeitura e o Serviço Municipal de Água e Esgotos (Semae) resolveram suspender temporariamente o rodízio de abastecimento no Município em função das chuvas dos últimos dias. Conforme já havia sido antecipado pela MetSul, o rio voltou a subir desde sexta-feira e ontem o seu nível era de 3 metros (o normal é 2,5 metros). A decisão de suspender o racionamento foi anunciada ontem pelo diretor-geral do Semae, Luiz Antônio Castro, que divulgou que o volume de chuva dos últimos dias garantiu entre 85% a 100% de reservação de água nas estações de tratamento. Amanhã, Prefeitura e Semae farão uma nova avaliação da situação para saber se é necessário alguma mudança. “Agora falo pela minha experiência. Nesta semana, acredito que não haverá necessidade de retomar o racionamento’’, afirmou Castro.
Entretanto, o decreto do uso racional da água, sancionado em 29 de novembro de 2011, continua valendo. Desde a sanção, o Semae recebeu 1.599 denúncias, sendo que a autarquia emitiu 267 notificações de advertência e 14 multas (dados até o dia 6/2).
São Leopoldo - A Prefeitura e o Serviço Municipal de Água e Esgotos (Semae) resolveram suspender temporariamente o rodízio de abastecimento no Município em função das chuvas dos últimos dias. Conforme já havia sido antecipado pela MetSul, o rio voltou a subir desde sexta-feira e ontem o seu nível era de 3 metros (o normal é 2,5 metros). A decisão de suspender o racionamento foi anunciada ontem pelo diretor-geral do Semae, Luiz Antônio Castro, que divulgou que o volume de chuva dos últimos dias garantiu entre 85% a 100% de reservação de água nas estações de tratamento. Amanhã, Prefeitura e Semae farão uma nova avaliação da situação para saber se é necessário alguma mudança. “Agora falo pela minha experiência. Nesta semana, acredito que não haverá necessidade de retomar o racionamento’’, afirmou Castro.
Tempode bafão
Conforme a MetSul, até quarta-feira o tempo segue como nos últimos dias, com períodos de sol, nebulosidade e risco de pancadas de chuva forte e localizada. Há possibilidade de temporais isolados, típicos de verão, especialmente da tarde para a noite. Hoje, a temperatura se eleva um pouco devido a maior nebulosidade, com máximas entre 30 e 31 graus. Na quarta-feira, a temperatura sobe um pouco mais e, na quinta-feira, uma frente fria aumenta as nuvens e traz chuva a qualquer hora do dia. As precipitações podem ser mais fortes da tarde para a noite. A sexta-feira ainda deve ter nuvens, com períodos de chuva.
Barro e susto em sapucaia
Em Sapucaia do Sul, o maior estrago ocorreu na Rua João de Barro, no Loteamento Colina Verde, bairro Vargas, onde cerca de 15 residências foram invadidas por uma onda de lama. A terra estava acumulada em um conjunto habitacional em construção ao lado das moradias. O secretário de Mobilidade Urbana, João Huppes, explica que a empresa responsável pelo serviço foi notificada e se comprometeu em ressarcir os estragos. Huppes explicou que a construtora iniciou ontem a execução de uma curva de contenção – ao lado das residências – para evitar o alagamento. Porém, a rápida chuva no final da tarde de ontem trouxe de volta o problema para dentro da casa dos moradores. O morador Elias dos Santos, 32 anos, viu um cascata se formar na porta da frente. “A água entrou pelos fundos. Minha única alternativa era abrir as duas portas para deixar correr.’’ Ele explica que a água chegou na altura dos joelhos. Na tarde de ontem ele limpava a casa com mangueira. A vizinha Odirlei de Jesus Sampaio, 38 anos, tentava afastar a grossa camada de barro no pátio da residência. “Levei um susto. Tenho oito filhos e na hora tinha mais duas sobrinhas aqui.Foi tudo muito rápido.’’
Residências invadidas pela água
Morador do Santos Dumont, o aposentado José Urbano Rodrigues Brum, 64 anos, correu para evitar prejuízos. Ao lado da esposa ergueu os pertecentes com rapidez. “No começo alagou pouco, só ali no pátio. Mas depois caiu o temporal e subiu muito rápido. A água passou o joelho.’’ A água da chuva misturada com esgoto invadiu também a residência da dona de casa Marilene Teles Camargo, 30 anos. “Moro aqui há dois anos e é sempre assim. Minha cozinha já está podre. Ninguém se interessa pela gente’’, lamenta.