
Canoas - Um dia após o acidente que vitimou Eduarda Garcias Teixeira Greis, cinco anos, na rua Venâncio Aires, bairro Niterói, peritos do Instituto Geral de Perícia coletaram provas sobre as marcas de frenagem deixadas sobre o asfalto. Familiares se despediram emocionados da menina, pedindo que a polícia faça justiça na investigação do caso. O inquérito está sob a responsabilidade da Delegacia de Trânsito.
Por volta das 16 horas de ontem, agentes da Polícia Civil bloquearam parte da rua Venâncio Aires, no trecho entre as ruas Protásio Alves e Pândia Calógeras, para fazer o registro visual e fotográfico dos indícios de freada brusca deixados pelo Celta branco conduzido por um homem de 28 anos. O supervisor de manutenção disse na quinta-feira que não estava correndo.
"Eu andava no sentido Centro-bairro, entre 60 e 70 quilômetros por hora, para visitar um cliente. Tentei frear, mas o carro não parou e a menina acabou sendo arremessada". Em entrevista para o jornal, o condutor ressaltou que o acidente foi uma fatalidade. "Sou pai de um filho de três anos. Não imagino a dor que a família está sentindo, mas não deve ser nada fácil."
DESPEDIDA - Familiares e amigos se despediram de Eduarda na manhã de ontem, no Cemitério Parque São Vicente. A imprensa pode acompanhar o sepultamento, mas os pais não quiseram falar. A cerimônia foi marcada por muita emoção e homenagens.
De volta ao local do acidente, Ivanise Garcia Teixeira, 24, mostrava-se abalada com a perda da filha caçula. "A saudade é muito grande. Não temos palavras", dizia a dona de casa. "Ela era uma criança tranquila e feliz. Sei que ela morreu realizada, porque realizou o sonho de ir para o colégio, e o avô dela estava aqui conosco."
Agarrada em um cachorrinho de pelúcia, a mãe de Eduarda contou à polícia sua versão dos fatos e pediu justiça. "Tínhamos acabado de almoçar juntos (com as filhas e o marido) e íamos pro shopping. Eu estava do outro lado da rua. Pedi pra ela esperar, que eu ia atravessá-la. Quero que ele (motorista) pague (pelo que fez)", desabafou a mãe.
Foto: Vinicius Carvalho/GES
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mariana oliveira
São Leopoldo, 20/05/2010 às 14:38
Bom, lendo esta notícia, não tem nem como imaginar a dor desta mãe! Só estou comentando para pedir, que ninguém ponha a culpa nsta mãe e nem neste motorista! O que eu tenho para dizer é que DEUS precisou deste anjinho, por isso levou-a antes! Que DEUS A ABENÇOE A ELA E À ESTA MÃE!
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ivanize garcias teix
Canoas, 16/03/2010 às 22:24
sou a mãe da eduarda e ninguém tem direito a comentar nada. só quem assistiu todo o acidente foi eu então não comentem nada antes de ouvir a outra versão da história!!!!!
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fabiano haubert
São Leopoldo, 13/03/2010 às 09:17
Provavelmente a Cleusa não tem carro. É obvio que muitas vezes os motoristas excedem o limite de velocidade. Porém, não há de se deixar de falar em IRRESPONSABILIDADE DOS PAIS...
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Danielle
Novo Hamburgo, 12/03/2010 às 23:02
Comentario aguardando moderação.
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Anali
Canoas, 12/03/2010 às 18:20
Esse tipo de acidente pode acontecer com qualquer pessoa, é só ter uma criança na rua sem a presença de um adulto.
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Andrea
Novo Hamburgo, 12/03/2010 às 17:50
A mãe tambem tem culpa o motorista, a maior parte por velocidade a mãe por ser descuidada com a filha. Tambem sou mãe.
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Alexandro
Campo Bom, 12/03/2010 às 15:36
Deve-se prender a mãe da criança, não o motorista do celta.
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Luciano Pires
São Leopoldo, 12/03/2010 às 15:14
Fácil é imputarmos nossa parte da responsábilidade para outras pessoas. Os culpados das tragédias são sempre os outros. É evidente que a desatenção do motorista e o excesso de velocidade acarretaram a morte da menina, mas a fatalidade só ocorreu pela presença da criança desacompanhada na rua.
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Valter N. Silva
Canoas, 12/03/2010 às 11:52
Sou pai de duas filhas, não tenho como mensurar a dor dessa família. Não protejo o motorista, mas quem tem filhos pequenos, a obrigação é sempre conduzi-los pela mão. Eu sempre comentei em casa que rua não é lugar de crianças pequenas. Crianças devem estar sempre dentro do pátio, com o portão fechado.
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CLAUDIO
Novo Hamburgo, 12/03/2010 às 08:57
Acredito que a culpa toda é da mãe e do pai da criança. Quando você tem cinco anos os pais são responsáveis. Como deixar uma criança sozinha em uma via publica? A 50,60,70 quilômetros por hora não dá para parar um carro a tempo quando aparece alguém na frente. E acredito que os pais sabem disso. Cuidem seus filhos na rua.
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CLEUSA
Novo Hamburgo, 12/03/2010 às 08:53
É muito triste ler uma notícia dessas. A gente se coloca no lugar da família e sente a mesma revolta que eles. Quando vai acabar essa correria desenfreada? Tem compromisso, sai mais cedo de casa, porque os motoristas tem a mania de achar que correndo é que são os bons, os machos, os heróis.
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