Polícia - 17/11/2009 16h31
Atualizado em 10/04/2011 22h29

Grupo exige ainda que recém-nascidos sejam monitorados até os 10 anos de idade.


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Daiane Poitevin/Da Redação

Canoas  - Sete dos 11 pais que tiveram os bebês intoxicados no Hospital Universitário da Ulbra formaram uma comissão para acompanhar o trabalho da Polícia Civil em relação ao caso. Na manhã desta terça-feira, o grupo se reuniu com três advogados para verificar a possibilidade de entrar com uma ação conjunta contra a casa de saúde por danos morais. Eles querem ainda que as famílias tenham acompanhamento psicológico e que os recém-nascidos sejam monitorados até os 10 anos de idade.

De acordo com um dos advogados, Marco Aurélio Zanotto, é necessário primeiro esperar a conclusão do inquérito policial para depois verificar quais serão as medidas judiciais cabíveis. "Após a conclusão do trabalho do delegado, que deve sair nos próximos dias, faremos outra reunião com os sete pais que estamos representando", comentou.

Tags/ palavras-chave:
Polícia Civil , Ulbra , trabalho , saúde , União





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