Canoas - Sete dos 11 pais que tiveram os bebês intoxicados no Hospital Universitário da Ulbra formaram uma comissão para acompanhar o trabalho da Polícia Civil em relação ao caso. Na manhã desta terça-feira, o grupo se reuniu com três advogados para verificar a possibilidade de entrar com uma ação conjunta contra a casa de saúde por danos morais. Eles querem ainda que as famílias tenham acompanhamento psicológico e que os recém-nascidos sejam monitorados até os 10 anos de idade.
De acordo com um dos advogados, Marco Aurélio Zanotto, é necessário primeiro esperar a conclusão do inquérito policial para depois verificar quais serão as medidas judiciais cabíveis. "Após a conclusão do trabalho do delegado, que deve sair nos próximos dias, faremos outra reunião com os sete pais que estamos representando", comentou.