
Minas Gerais - O goleiro, Bruno, acusado de ser o responsável pela morte de Eliza Samudio, teve a cabeça raspada na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem (MG). Em seguida, os fios foram queimados, para que não fossem utilizados em exames de DNA. Segundo o jornal Globo, o corte é um procedimento padrão da instituição, mas a queima foi feita a pedido do ex-goleiro do Flamengo.
Os oito suspeitos de envolvimento no caso, Bruno, Luiz Henrique Romão (Macarrão), Marcos Aparecido dos Santos (Bola), Wemerson Marques (Coxinha), Dayanne Souza, mulher de Bruno, Sérgio Rosa Sales, Flávio Caetano e Elenilson Vitor da Silva, chegaram ao Departamento de Investigações de Belo Horizonte na manhã desta quinta-feira, onde ficam à disposição da polícia.
Foto: Márcia Feitosa/ Vipcomm