

Haiti - As ruas de Porto Príncipe são hoje um fervedouro de milhares de pessoas, muitas delas amontoadas no meio das ruas e praças querendo se salvar diante do medo gerado pelo terremoto de 7 graus na escala Richter que ontem castigou o país.
O drama aumenta à medida que se percorre a parte alta da cidade, onde centenas de prédios foram destruídos e as pessoas se aglomeram à espera de ajuda, enquanto se consolam umas às outras.
Cobertos por lençóis podem ser observados vários corpos estendidos no chão por todas as partes da cidade, enquanto alguns feridos são transportados, com ajuda de amigos ou familiares, em busca de assistência médica.
Eventualmente, três ou quatro pessoas transitam com um corpo nas costas, na busca de um local onde deixá-lo.
Tal como informou hoje a rádio local, vários ministérios vieram abaixo, entre eles o de Assuntos Exteriores, que se soma à lista de prédios destruídos pelo tremor, como o belo edifício rosado da Catedral, no distrito de Bel Air, e o Palácio Nacional, sede da Presidência haitiana, em Champ de Mars.
Na ampla praça arborizada que circunda o Palácio, também centenas de pessoas se aglomeram hoje, algumas desabrigadas e outras temerosas de novas destruições ou consequências do terremoto.
O tremor que devastou ontem o Haiti, país mais pobre da América, causou a queda de vários edifícios e provavelmente inúmeras vítimas, mas também uma onda de solidariedade internacional.
Além disso, a catástrofe provocou a destruição de muitas casas, shoppings, bancos e edifícios comerciais, cujos escombros ocupam boa parte da calçada na maioria das ruas de Porto Príncipe.
Desde o início da manhã, muitos grupos de cidadãos trabalham na remoção de escombros dos imóveis desabados, em muitos casos na busca de sobreviventes ou vítimas.
O Exército brasileiro confirmou que pelo menos 11 militares do país, que participam da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah), morreram em consequência do terremoto, enquanto pelo menos cinco militares ficaram feridos.
A brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no terremoto.
Foto: EFE
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Daniel
Novo Hamburgo, 13/01/2010 às 17:28
Que jornalzinho bem (...) É a cópia da cópia, nada é diferente, se tu ler Globo.com, ClicRBS. O Editor do NH vai lá e copia. Até as fotos são as mesmas. Tantos anos de funcionamento e uma abordagem arcaica, pois nem copiando os outros conseguem ser interessantes, sem falar que aos sábados pela manhã nada.
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