
Imbé - O esqueleto da baleia jubarte que morreu após encalhar por duas vezes na praia de Capão Novo será usado em aulas de educação ambiental. Os ossos foram coletados do animal e levados para o Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (Ceclimar), em Imbé.
De acordo com o biólogo Maurício Tavares, o objetivo é montar este esqueleto, em um projeto a longo prazo, e colocá-lo em exposição, a fim de contar a história deste animal e do resgate que mobilizou profissionais de todo o Brasil na última semana. O restante do corpo da baleia foi enterrado na beira da praia, em local indicado pela Fepam.
Visitas em alto-mar
Baleias e botos voltaram a chamar a atenção de moradores do Litoral Norte gaúcho neste domingo. Alguns animais foram avistados na região do balneário de Albatroz e também em Capão Novo.
Segundo o biólogo Tavares, é comum a presença de baleias da espécie Franca na costa do Estado nesta época do ano. Ele explica que os cetáceos procuram as águas do Rio Grande do Sul para reprodução.
Foto: Pedro Revilion/Correio do Povo