

Capão da Canoa - Biólogos do Instituto Jubarte, da Bahia, vêm até o Estado para ajudar a avaliar a situação da baleia que voltou a encalhar entre as praias de Arroio Teixeira e Capão Novo, no Litoral Norte gaúcho. Ela já havia ficado presa por quatro dias em um banco de areia e foi removida na tarde de ontem durante operação que contou com mergulhadores do Batalhão Ambiental da Brigada Militar, membros da Fepam, Ceclimar, Corpo de Bombeiros e Petrobras.
Em entrevista à Rádio ABC 900 AM, o biólogo do Ceclimar Paulo Ott afirmou que os movimentos do animal, de cerca de 12 metros e 30 toneladas, cessaram na noite de terça. "Ela está bem debilitada", destacou. A baleia não conseguiu passar da arrebentação das ondas depois de ser resgatada, voltando para o mesmo lugar em que ficou presa. Porém, desta vez ela está mais próxima da areia. Segundo Ott, o prognóstico não é muito bom com relação à vida do animal.
Os biólogos estão monitorando a frequência respiratória da baleia e estudando o que pode ser feito. Por isso foi solicitado o auxílio de profissionais de outros Estados brasileiros, como do Instituto Jubarte.
Foto: Brigada Militar/Divulgação
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sara
Novo Hamburgo, 26/08/2010 às 15:26
Espero que funcione, como uma apaixonada por animais, mas sem muitas informações atuais do Estado da baleinha, torço pra que ela se salve
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Tamara
Ivoti, 26/08/2010 às 10:46
nossa que comentário imbecil heim cadê a ética desse brasil depois querem que o mundo ande pra frente, sem comentários...com certeza vc gostaria que agissem asim com você desculpe a sinceridade.
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Débora
Novo Hamburgo, 25/08/2010 às 16:59
pela madrugada... que comentário infeliz...
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H.M.
São Leopoldo, 25/08/2010 às 14:14
alternativas: frito, cozido, ensopado.
na boa, se largar o bicho na água desse jeito, vai ser uma festa pros tubarões. então que seja útil na barriga de alguém faminto.
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