
Novo Hamburgo - A guerra pela água já não é mais roteiro de ficção científica como ouvíamos falar há algum tempo. Na segunda-feira, Dia Mundial da Água, essa realidade está à porta de nossa casa, ou melhor, das torneiras. Segundo levantamento feito pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2008, os recursos hídricos serão um dos principais motivos que levarão países a entrarem em conflito nos próximos 25 anos. No dia 17 de março, também foi comemorado o Dia do Rio dos Sinos.
Aproveitando as duas datas, o Jornal NH convida o leitor a refletir sobre o uso consciente da água e as lições que o Rio dos Sinos nos dá. Depois de muitos anos recebendo lixo, resíduos químicos de indústrias e esgoto cloacal e, mesmo assim, abastecendo a população da região, o nosso maior bem hídrico deu seu grito de socorro em outubro de 2006, mostrando o quanto estava doente. A mortandade de mais de um milhão de peixes voltou os olhares do mundo inteiro para a região. O fato fez com que as pessoas acordassem e percebessem que o rio estava morrendo.
Leia a matéria completa na edição de segunda-feira do Jornal NH.
Foto: Divulgação
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Novo Hamburgo, 22/03/2010 às 08:58
A data não é festiva. Devemos perceber os grandes desafios para garantir a qualidade e a quantidade das águas do Sinos. Depois de três anos da maior mortandade já registrada num rio gaúcho, pouco de efetivo foi feito. Há muita conversa e pouca ação. Cidadãos e cidadãs atentos para as eleições de outubro.
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Carlos Roberto
Novo Hamburgo, 22/03/2010 às 07:39
E o que mudou? O rio continua recebendo produtos tóxicos e esgoto através dos arroios. Na estiagem dos últimos dias vi o arroio preto mudar para o verde de produtos jogados por algum írresponsável. Nada foi noticiado. Hoje tem notícia pra comemorar o dia da água - suja.
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