Novo Hamburgo - A quinta letra do alfabeto latino ganhou novos valores no universo digital. E-commerce, e-consumidor, e-CPF, e-CNPJ, e-business... São apenas algumas expressões que mostram como os negócios deixaram o balcão e foram parar nas "prateleiras" da Internet. Com 70 milhões de internautas, o Brasil começou o ano com 22,3 milhões de compradores online, cujo tíquete médio é de R$ 379,00 por compra. Números que tendem a chegar à casa dos 30 milhões ainda em 2010, com projeções de crescimento de 30% ano a ano, conforme a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico.
Resumo: a Internet é uma mina de ouro para o varejo, que pode vender de tudo, desde um carro até um sapato. O consultor do Comitê de Varejo Online da Câmara-e.net, Gastão Mattos, disse que a Internet é um mercado exponencial no Brasil. Hoje, tudo que é vendido online representa 2%, os outros 98% são comprados em lojas físicas do varejo. "Há muito para crescer. Na linha do tempo, podemos imaginar que em um horizonte de cinco anos chegaremos a 5%." Para se ter um parâmetro da dimensão de tal projeção, atualmente as vendas feitas pelo canal online para cerca de 100 milhões de pessoas nos Estados Unidos têm o peso de 5%.
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