Canoas - A nova onda da web é o Twitter. Nunca ouviu falar? Ouviu, mas não sabe o que é? Sabe, mas não se interessa? Muita gente resiste ao miniblogger e outros tantos se renderam ao efeito imediato e direto que o espaço oferece com 140 caracteres para quem quiser expressar opinião e compartilhar com seus seguidores.
A palavra é essa: seguidor. O internauta segue o raciocínio de outros e assim forma-se a corrente. Gente de todas as idades e os mais diversos interesses circulam pelo mundo virtual do pequeno passarinho. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o colega norte-americano dele, Barack Obama, o líder sul-africano Nelson Mandela e até Michael Jackson figuram entre os pops da rede de relacionamentos. Esportistas e artistas também se lançam ao rápido jogo de palavras.
Entre os novos seguidores da onda digital está o senador Paulo Paim (PT). Ele acredita que a rede social veio suprir uma necessidade na hora certa. "Tenho muito trabalho, participo de muitos debates. Esta é uma forma de mostrar o que faço", diz o senador. Ele comenta que no momento da entrevista recebia via Twitter um abaixo-assinado com mil assinaturas pedindo o fim do fator previdenciário. Ele ainda revelou que os posts não são somente para elogios, mas para críticas e questionamentos. "E isso é legítimo. Dou-me ao direito de responder", fala Paim.
MISS - Onde há listas, há votações e no Twitter, assim como no Senado, há eleição. No Twitterwall há uma votação para Miss Twitter e a vencedora da etapa brasileira é carioca, mas vive em Porto Alegre há três anos. A empresária Lara Osolin, 33 anos, tinha blog e perfil em outros sites de relacionamento, mas acabou optando em "seguir" somente o Twitter.
"Desde setembro de 2007 eu participo, depois que comecei a usar bastante, abandonei o resto. É mais rápido, consigo falar com meus amigos do Rio e conhecer gente nova", revela a blogger que vai participar de um encontro marcado pelos twitts, na sexta-feira.
O consultor de moda canoense Márcio Weiss conta que acabou entrando no mundo do Twitter porque precisava entrar em contato com as pessoas que moram no exterior, onde o Orkut não é tão popular. "É uma ferramenta que uso para estar informado do que as pessoas estão fazendo e informá-las de mim e das minhas atividades também", resume.
Há também quem passe longe dos teclados para usar o pequeno espaço. "Acho uma perda de tempo. É tudo muito cortado, informações bobas, gente falando abobrinha", encerra o assunto o economista Amauri Ferigollo, 53, professor em Canoas.
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Gildo Henrique
Novo Hamburgo, 12/07/2009 às 11:19
Se for pra elogiar já existe um site de elogios na internet - o primeiro do Brasil - "ElogieAki". Lá é local só pra elogios e notícias boas ligadas a consumo, sustentabilidade e boas ações. A ideia é criar uma fonte de consulta para internautas que buscam por boas empresas e profissionais.
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O Rebosteio
Novo Hamburgo, 10/07/2009 às 12:02
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