Gente - 29/06/2009 07h39
Atualizado em 10/04/2011 22h26

Legista conclui outra autópsia no corpo de Michael Jackson

Pai do cantor falou pela primeira vez com a imprensa ontem, na sua residência.


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Da Redação

Foto: Da Redação
Legista conclui outra autópsia no corpo de Michael Jackson
Legista conclui outra autópsia no corpo de Michael Jackson

Estados Unidos  - A família de Michael Jackson contratou um patologista particular que concluiu uma segunda autópsia no corpo do cantor, ontem. O resultado não foi divulgado.
A segunda autópsia foi feita um dia após o IML de Los Angeles anunciar que não poderia determinar imediatamente a causa da morte.

O pai do cantor, Joe Jackson, falou pela primeira vez com a imprensa ontem, na sua residência em Encino (Califórnia), e disse que não acredita que a parada cardíaca que matou o filho tenha sido causada por estresse. O astro se preparava para realizar 50 shows em Londres e tinha uma rotina de ensaios diários de até quatro horas. Segundo Joe, a família vê anormalidades na morte.

No mundo inteiro, fãs fazem manifestações. Pouco mais de 50 brasileiros realizaram ontem uma homenagem na frente do Masp, na Avenida Paulista, em São Paulo.

Grace Rwaramba, que trabalhou 17 anos para Michael Jackson e foi babá de seus três filhos, revelou ontem a dependência do cantor aos remédios e seu contato com a seita islâmica heterodoxa Nação do Islã. Grace explica que teve que "bombear" frequentemente o estômago do artista após ele ter consumido um coquetel de remédios.

Ex-mulher diz que artista não é o pai das crianças

Em entrevista ao tabloide inglês News of the World, Debbie Rowe, mãe de dois dos filhos de Michael Jackson, alega que cantor não é o pai biológico das crianças, e que teria sido inseminada artificialmente por doador anônimo."Depois do segundo filho, ele não quis mais saber de mim. Eu era apenas um invólucro. E o sêmem não era de Michael", revelou. Debbie também afirmou na entrevista que não tem interesse em ficar com a guarda dos filhos. O médico particular de Michael Jackson, Conrad Murray, ficou em liberdade e livre de suspeitas após um interrogatório policial de três horas de duração, segundo informaram ontem seus representantes. Murray respondeu a "todas as perguntas" e foi testemunha presencial.

Foto: Efe.

Tags/ palavras-chave:
morte , show , trabalho , Brasil , estresse , doador





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