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Show - 14/11/2012 10h37
Atualizado em 15/11/2012 07h21

Esta quarta foi de rock a noite inteira com Kiss no palco do Gigantinho

Apesar do atraso de duas horas, banda emocionou o público com a turnê Monster


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Patrícia Pinto Lemos e Aline Marques

Porto Alegre  - A banda de hard rock mais emblemática de todos os tempos voltou ao Brasil e a noite desta quarta foi de show inesquecível no Gigantinho, em Porto Alegre. Kiss, formada por Gene Simmons (baixo e vocal), Paul Stanley (guitarra base e vocal), Tommy Thayer (guitarra solo e vocal) e Eric Singer  (bateria e vocal), trouxe à capital o show da turnê Monster. Com a música Detroit Rock City, o Kiss começou seu show às 23h30, mais de duas horas de atraso (a apresentação estava prevista para começar às 21 horas). 

O motivo do atraso foi a demora da chegada de quatro carretas vindas da Argentina, por onde a turnê havia passado, e ficaram presas na Alfândega com parte do palco. A montagem desse material começou ainda durante o show de abertura. 

Carol Kirsch, 27 anos, foi realizar um sonho que ficou pra trás em 1999. “Eu tinha só 14 anos quando eles estiveram no Brasil e meus pais não deixaram eu ir”, lembra a editora de conteúdo. Mas ontem a hamburguense matou a vontade de vê-los ao vivo. “Admiro a versatilidade deles em fazerem baladas, músicas dançantes ou mais pesadas, sem perder a essência”. A fã até incorporou a banda com as amigas em uma festa. Da esquerda para a direita: Carol Kirsch, Nancy Viollet, Gabi Tellini e Carol Michaelsen.

Muito mais que uma banda

André Conti Silva, 30 anos, ir apoder ouvir ao vivo e pelos dedos de Tommy Thayer os acordes que arranhou pela primeira vez em uma guitarra num solo de Detroit Rock city. Ainda adolescente, o professor distribuiu uma lista com os discos da banda para a família presenteá-lo. “Sempre encontrei alguma palavra de incentivo. Sempre teve um Paul ou um Gene dizendo no fone de ouvido: ‘acredite em você, acredite em algo maior do que você consegue compreender’.”

Pai e filho vão ao show a caráter

O músico de São Leopoldo Fabiano Godoy, 36 anos estaria ao lado do filho Lucca, 12, a quem ensinou gostar dos caras supermaquiados e malucões quando o menino tinha apenas 5 anos. “Kiss é quase uma religião pra quem gosta e este trabalho é ótimo, mas será mais emocionante ainda por ver a banda ao lado de meu filho. Já compramos as tintas, vamos pintados para o show’’, avisa Godoy.






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