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Cotidiano - 18/04/2009 13h40
Atualizado em 10/04/2011 22h28

Canoas no programa Minha Casa, Minha Vida

Termo de adesão junto à Caixa Econômica Federal foi assinado nesta sexta.


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Da Redação

Canoas  - A Prefeitura de Canoas assinou, no final da manhã de ontem, o termo de adesão junto à Caixa Econômica Federal para participar efetivamente do programa federal Minha Casa, Minha Vida. Participaram da assinatura o prefeito Jairo Jorge, o superintendente regional da CEF no Vale dos Sinos, Paulo Nergi Boeira de Oliveira, o gerente da agência Canoas da Caixa, César Dutra, e o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Roberto Tejadas Ainda na semana que vem será lançado o edital para inscrições no cadastro da Prefeitura. A ideia do prefeito é que os cadastros sejam feitos diretamente nos bairros. "Teremos espaços com computadores nas subprefeituras ou nas escolas, pois sabemos que o fluxo de pessoas em busca de informações será intenso’’, destacou.

De acordo com Jairo, foi feito um acordo com a Caixa para que a cidade pudesse integrar o plano habitacional. Dois empreendimentos, nos bairros Estância Velha e Mato Grande, já foram iniciados. "São os prédios do Programa de Arrendamento Residencial (PAR). Manteremos a lista dos moradores que, inclusive, já foi aprovada pela Caixa. Até por que essas pessoas até já passaram por entrevistas’’, afirmou.

Para o outro empreendimento será feita uma nova listagem dos moradores. A Prefeitura já teria oferecido algumas áreas para a construção dos imóveis. Elas ficam nos bairros Guajuviras, Niterói e Mato Grande. No entanto, a meta do prefeito é beneficiar um total de 5 mil pessoas. "Estou conversando com empresas empreiteiras para serem parceiras da Prefeitura na construção dos empreendimentos’’, destacou Jairo.

Adesão

Canoas foi uma das cinco primeiras cidades gaúchas a aderir ao programa. Também já assinaram o termo de adesão Porto Alegre, Caxias do Sul, Sapiranga e Passo Fundo. O programa será destinado para a população que ganha até dez salários mínimos, com 40% das moradias reservadas para famílias com renda entre zero e três salários mínimos.

Para o projeto sair do papel, serão investidos R$ 34 bilhões. De acordo com o Ministério das Cidades, o plano poderá beneficiar todos municípios, independente do número de habitantes - em um primeiro momento apenas as cidades com mais de 100 mil moradores poderia aderir.




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