
Canoas - Suelen Rocha Cardoso, 26 anos, engrossa a fila dos canoenses que esperam por remédios distribuídos nas Farmácias Básicas Municipais. A moradora do bairro Rio Branco conquistou judicialmente o direito a receber a única medicação capaz de tratar a sequela da meningite que quase cegou o irmão de 33 anos. "Desde maio aguardamos o Canciclovir, um medicamento de uso contínuo. Meu irmão precisa tomar três doses por dia para não perder o mínimo de visão que a doença não conseguiu destruir". Cada dose custa R$ 150, o que representa um gasto de R$ 13,5 mil ao final de um mês.
Suelen Cardoso diz que desde novembro do ano passado começaram os atrasos na entrega. A farmácia emitiu, então, uma previsão de retirada dos medicamentos a partir do dia 28 de julho. "Minha família não tem condições de arcar com essas despesas", comenta.
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Suellen Cardoso
Canoas, 06/09/2010 às 16:50
agradeço a todos os colaboradores do DC em divulgar o descaso que acontece com pessoas que necessitam de medicamentos especiais da farmácia básica. até agora ainda aguardo a dispensação do medicamento citado na matéria, sempre a mesma resposta: este está em falta.
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