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Por dentro do MMA

Fabricio Werdum quer lutar e aguarda UFC definir adversário

Gaúcho ainda não sabe se enfrentará Velásquez ou algum outro lutador.

Brasileiro conquistou o cinturão dos pesadosA vitória contra Cain Velásquez e a conquista do cinturão dos pesos-pesados do UFC em junho de 2015 sem dúvidas ficaram marcadas para o gaúcho Fabricio Werdum. Foi uma festa completa para o porto-alegrense, que no combate dominou as ações e acabou finalizando o mexicano com uma guilhotina, levando o título da categoria. A revanche não demorou para ser marcada e era pra ter acontecido em fevereiro deste ano, porém Velásquez teve que deixar a luta por conta de uma lesão. Para o seu lugar, o Ultimate convocou Stip Miocic para lutar em evento realizado em Curitiba, em maio. O gaúcho acabou perdendo o cinturão, sendo nocauteado, e começou a trilhar um novo caminho dentro da organização. Venceu Travis Browne em setembro e o presidente do UFC, Dana White, confirmou uma nova revanche para o mexicano.
O embate está marcado para o dia 30 de dezembro, em Las Vegas. Porém, na quinta-feira, Velásquez declarou em suas redes sociais que não teria condições de lutar por conta de uma lesão semelhante a que lhe tirou de combate no início do ano: um problema nas costas que causa uma pressão no nervo ciático, ocasionando uma dor na perna esquerda. O Ultimate ainda não se pronunciou oficialmente pois um médico da organização vai examinar o mexicano. Caso não tenha condições existe a possibilidade do gaúcho ser retirado do evento, ou então, enfrentar um novo adversário. Cigano é um dos cotados.
Em entrevista para o Jornal NH, Fabricio Werdum garantiu que está pronto para lutar e ficará aguardando as novas orientações do UFC. "Eu estou bem preparado, me preparei muito bem. Fiz o que tinha que fazer, treinei com o Rafael Cordeiro aqui em Los Angeles, o Cobrinha na parte do Jiu-jítsu, preparação física, fiz boxe e dieta, tudo certinho. Só que depois dessa notícia agora ter que esperar o que vão decidir, o que o UFC vai decidir. Se eu luto, luto com o Cigano, ou luto com o Cain Velásquez. O mais importante é que eu tenha essa luta pois eu estou totalmente preparado para esse dia", afirmou o gaúcho.
Werdum também ressaltou que trocar de adversário faltando poucos dias para o combate é uma situação delicada. "Trocar o oponente sete dias antes é meio complicado, pela estratégia. Fizemos um camp inteiro, três meses só pensando em um lutador e daí derrepente troca assim nós últimos sete dias, é meio complicado. Vou ter uma conversa com minha equipe e vamos decidir. Vamos fazer o possível para poder lutar e representar o Brasil e o nosso estado como sempre. Como eu sempre digo, represento o Brasil e tenho orgulho de ser gaúcho."
 
 

Belfort revela desejo de lutar no Rio e quer revanche com Spider

Lutador participou do programa Giro Combate e falou sobre seu futuro no UFC.

Divulgação
Lutadores já se enfrentaram em outra oportunidade, com vitória de Spider
Principal destaque do programa Giro Combate, que já foi gravado e será exibido nesta sexta-feira no Canal Combate, o lutador Vitor Belfort abriu o jogo e falou sobre seu futuro no UFC, o retorno ao octógono e a possibilidade de uma revanche com o rival Anderson Silva.
"Nunca foi nada pessoal contra o Anderson, ele tinha o que eu queria que era o título. Acho que é uma luta que os fãs querem ver, e o UFC está disposto a sentar e negociar. Sei que eles querem fazer grandes lutas. Mas se eles vão ganhar muito dinheiro que a gente também ganhe com essa luta. Seria uma luta bem grande", revelou Vitor.
Sobre o seu retorno ao octógono, o Fenômeno reforçou o desejo de lutar no Rio de Janeiro e deixou no ar a possibilidade da cidade receber mais uma edição do UFC em março.
"O meu camp (preparação) já começou, quero lutar no primeiro semestre. Se a luta em março for no Rio, estou dentro. Saí muito da minha característica, que é atacar, e é isso que vou voltar a fazer a partir de agora".

Treinador confiante em vitória de Ju Thai no UFC Albany

Vinicius Magalhães, o Draculino, falou sobre preparação da brasileira.

Divulgação
Vindo de um revés na sua última luta, Ju Thai sabe que o confronto no UFC Albany é um dos mais decisivos para seu futuro na franquia
Faltando pouco menos de um mês para a sua luta no UFC Albany, a mineira Juliana Lima, a Ju Thai, segue forte na sua preparação para o combate com a norte-americana Tatiana Suarez. Treinando na Gracie Barra Texas, nos Estados Unidos, a brasileira tem como seu principal coach o multi-campeão de Jiu Jitsu, Vinicius Magalhães, o Draculino.
O treinador de Ju Thai está confiante em uma boa atuação de sua atleta no cage do dia 9 de dezembro. "O treino dela está excelente, tudo indo legal, sem lesões. Cada semana ela melhora um pouco no quesito técnico e na forma física", afirmou Draculino, que explicou como tem sido a rotina da mineira. "Estamos fazendo um camp de treinamento que engloba tudo: Jiu Jitsu, Wrestling, trocação e MMA estratégico", disse o treinador.
Draculino afirma que está preparando Ju Thai para a principal arma de sua adversária. "Vamos enfrentar uma menina que é muito dura no Wrestling, uma das melhores dos Estados Unidos. Estamos trabalhando muito a defesa para tentar anular a Tatiana Suarez e também atacar no jogo dela, além do trabalho das outras modalidades", disse Draculino.
Vinda de um revés na sua última luta, Ju Thai sabe que o confronto no UFC Albany é um dos mais decisivos para seu futuro na franquia, mas seu treinador está bastante confiante. "A expectativa é a melhor possível. Ainda vamos fazer algumas correções, que sempre tem o que fazer. É uma luta importante, decisiva, mas eu tenho fé que tudo vai dar certo", finalizou.
O UFC Albany será realizado no dia 9 de dezembro em Albany, NY.

Conor McGregor: a estrela que mantém o brilho do UFC

Irlandês conquista segundo cinturão diferente e segue agitando a organização com suas provocações .

UFC
Conor comemora conquista do segundo cinturão
Muitos lutadores reclamando, lutas que não fazem sentido, patrocínio forçados, demissões de atletas e funcionários. Assim está o ambiente do UFC sob nova gestão, perdendo um pouco da sua credibilidade com o público e alguns atletas. Mas no meio disso tudo, tem um cara que segue abrilhantando e dando um certo alento ao evento, queiram ou não os críticos. E ele se chama Conor McGregor, que no último sábado triunfou em Nova York, no primeiro UFC realizado na cidade, que até então não permitia a realização de eventos de MMA.
Estava escrito que a façanha se repetiria. O ousado McGregor provocou, falou, falou e cumpriu, mais uma vez. O irlandês, xodó do UFC e de Dana White, conquistou nesse fim de semana o cinturão do peso-leve da organização, vencendo o americano Eddie Alvarez. Essa é a primeira vez que um lutador do Ultimate se torna dono de dois cinturões de categorias diferentes ao mesmo tempo – Conor já era campeão dos penas, tendo vencido José Aldo.
E o irlandês calou a boca dos críticos, inclusive a minha, que não gostam da postura do lutador, que promove seus duelos na falação. Praticamente um showman que acaba tornando o combate em um circo, onde arma toda a estrutura de provocação, fala muitas bobagens, mas no fim sempre entra no octógono e resolve. Acredito sim, que Conor não é apenas uma mão esquerda potente, como muitos apontam. Pode ter suas dificuldades quando lhe é imposta uma condição mais complicada, como na luta de chão, na qual não se sai muito bem.
Mas até agora, frustrou adversários duros, fazendo com que eles parecessem nada na sua frente. Foi assim com José Aldo, quando tomou o cinturão de forma avassaladora em poucos segundos, com um nocaute espetacular. Foi assim na madrugada do último sábado, quando evitou que Eddie Alvarez colocasse seu jogo em prática para tentar derrubar McGregor e dificultar sua vida. Na minha visão, isso faz parte do jogo do irlandês, que treina e traça muito bem o plano para suas lutas.
E se estava ruim aturar a língua de Conor, imagina agora? Faz parte da promoção. Tanto é que o irlandês já arranjou no mínimo mais duas desavenças. Já imaginou McGregor enfrentando Tyron Woodley (peso meio-médio) ou então Khabib Nurmagomedov (peso-leve). Pois é, ele se estranhou com os dois atletas, que participaram do UFC em Nova York e plantou uma "minhoquinha" na cabeça de Dana White, para quem sabe, dar a oportunidade ao falastrão buscar seu terceiro cinturão diferente contra Woodley ou então defender sua cinta contra o russo Khabib.
As provocações já começaram, que siga o show.

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